São Paulo toma decisão, mas vai esperar reunião para decretar futuro de Pabon
Atacante tem contrato até 30 de junho e pode ser devolvido ao Valencia (ESP) sem custos. Diretoria vai conversar com o jogador, mas tendência é pela saída
Fonte LanceNet!
31 de Maio de 2014
Pabon deve se despedir do São Paulo neste sábado (Foto: Renato Silvestre/ LANCE!Press)
O São Paulo já tem uma decisão interna, mas vai esperar o jogo deste sábado, contra o Atlético-MG, no Morumbi, para conversar com o colombiano Pabon e definir seu futuro. Ele pode fazer sua despedida do clube.
Pabon tem contrato até 30 de junho e o clube tem de decidir se vai estender o vínculo ou devolvê-lo ao Valência, sem custos. A tendência é que isso aconteça, a não ser que o colombiano convença os dirigentes e Muricy do contrário.
O técnico era favorável à permanência, mas não será obstáculo para a saída. Em 17 jogos pelo São Paulo, Pabon marcou apenas um gol, em cobrança de pênalti.
No dia 14 de maio, o LANCE!Net publicou que o São Paulo teria de reavaliar o a continuidade do jogador em reunião entre a diretoria e a comissão técnica. Na época, os dirigentes já eram favoráveis à saída, mesmo porque foi a própria diretoria que amarrou o acordo só por seis meses e não um ano e meio, para poder desfazer o vínculo em caso de má avaliação.
O São Paulo já tem uma decisão interna, mas vai esperar o jogo deste sábado, contra o Atlético-MG, no Morumbi, para conversar com o colombiano Pabon e definir seu futuro. Ele pode fazer sua despedida do clube.
Pabon tem contrato até 30 de junho e o clube tem de decidir se vai estender o vínculo ou devolvê-lo ao Valência, sem custos. A tendência é que isso aconteça, a não ser que o colombiano convença os dirigentes e Muricy do contrário.
O técnico era favorável à permanência, mas não será obstáculo para a saída. Em 17 jogos pelo São Paulo, Pabon marcou apenas um gol, em cobrança de pênalti.
No dia 14 de maio, o LANCE!Net publicou que o São Paulo teria de reavaliar o a continuidade do jogador em reunião entre a diretoria e a comissão técnica. Na época, os dirigentes já eram favoráveis à saída, mesmo porque foi a própria diretoria que amarrou o acordo só por seis meses e não um ano e meio, para poder desfazer o vínculo em caso de má avaliação.
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