Oposição tricolor ironiza situação e diz que não há pressa para votar obra
Kalil Rocha Abdalla diz que grupo só vai definir se apoia a construção da cobertura do Morumbi depois de examinar todos os documentos relativos ao projeto
Fonte Globo Esporte
25 de Fevereiro de 2014
Projeto de cobertura do Morumbi está emperrado por briga política (Foto: Divulgação / São Paulo FC)
O candidato de oposição à presidência do São Paulo, Kalil Rocha Abdalla, ironizou a atitude dos conselheiros de situação de protocolar no Conselho Deliberativo um pedido para que seja definida data para votação da obra da cobertura do Morumbi. Em conversa com a reportagem do GloboEsporte.com, Abdalla deixou claro que o grupo da oposição não vai participar de nenhuma votação até que todas as dúvidas relativas ao projeto sejam sanadas.
- Para mim, (a tentativa da situação) não muda. O problema é do presidente do Conselho. Eu não entendo o motivo de tanta pressa. O Carlos Miguel (Aidar, candidato de situação) não vai ganhar (a eleição)? Então, faz depois. Até agora, não vimos o contrato. Só tivemos acesso a algumas cláusulas, mas o contrato não foi visto por ninguém. Nada muda - afirmou o oposicionista.
Marco Aurélio Cunha, homem forte da chapa de Kalil Abdalla, disse que a situação resolveu tomar essa atitude para tirar o foco do fraco momento do time na temporada.
- Como não estão jogando nada, eles lançaram esse assunto de cobertura novamente no ar para que todos esquecessem o que o time ainda não mostrou na temporada. Tem muita coisa errada, o Jadson foi embora porque estava desmotivado. Ninguém pode nos obrigar a votar. Para nós, esse documento não muda absolutamente nada - disse.
O presidente do Conselho Deliberativo do clube, José Carlos Ferreira Alves, disse que ainda não tem nenhuma posição sobre a assunto.
- Estou chegando ao clube e só aí vou analisar o documento. Se estiver dentro dos requisitos, vamos marcar uma reunião extraordinária para discutir o assunto. Mas não queria me alongar no assunto porque não estou com o documento em mãos - afirmou.
A obra da cobertura do estádio está emperrada desde o dia 17 de dezembro, data em que a oposição boicotou a votação que seria realizada no salão nobre do Cícero Pompeu de Toledo. Logo depois, a construtora Andrade Gutierrez deixou o negócio, mas cedeu todos os projetos para o clube. Segundo José Francisco Manssur, assessor do presidente Juvenal Juvêncio, dez construtoras estão interessadas em investir no projeto que tem orçamento estimado em R$ 460 milhões.
O candidato de oposição à presidência do São Paulo, Kalil Rocha Abdalla, ironizou a atitude dos conselheiros de situação de protocolar no Conselho Deliberativo um pedido para que seja definida data para votação da obra da cobertura do Morumbi. Em conversa com a reportagem do GloboEsporte.com, Abdalla deixou claro que o grupo da oposição não vai participar de nenhuma votação até que todas as dúvidas relativas ao projeto sejam sanadas.
- Para mim, (a tentativa da situação) não muda. O problema é do presidente do Conselho. Eu não entendo o motivo de tanta pressa. O Carlos Miguel (Aidar, candidato de situação) não vai ganhar (a eleição)? Então, faz depois. Até agora, não vimos o contrato. Só tivemos acesso a algumas cláusulas, mas o contrato não foi visto por ninguém. Nada muda - afirmou o oposicionista.
Marco Aurélio Cunha, homem forte da chapa de Kalil Abdalla, disse que a situação resolveu tomar essa atitude para tirar o foco do fraco momento do time na temporada.
- Como não estão jogando nada, eles lançaram esse assunto de cobertura novamente no ar para que todos esquecessem o que o time ainda não mostrou na temporada. Tem muita coisa errada, o Jadson foi embora porque estava desmotivado. Ninguém pode nos obrigar a votar. Para nós, esse documento não muda absolutamente nada - disse.
O presidente do Conselho Deliberativo do clube, José Carlos Ferreira Alves, disse que ainda não tem nenhuma posição sobre a assunto.
- Estou chegando ao clube e só aí vou analisar o documento. Se estiver dentro dos requisitos, vamos marcar uma reunião extraordinária para discutir o assunto. Mas não queria me alongar no assunto porque não estou com o documento em mãos - afirmou.
A obra da cobertura do estádio está emperrada desde o dia 17 de dezembro, data em que a oposição boicotou a votação que seria realizada no salão nobre do Cícero Pompeu de Toledo. Logo depois, a construtora Andrade Gutierrez deixou o negócio, mas cedeu todos os projetos para o clube. Segundo José Francisco Manssur, assessor do presidente Juvenal Juvêncio, dez construtoras estão interessadas em investir no projeto que tem orçamento estimado em R$ 460 milhões.
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