São-paulino, Amauri não liga para o Botafogo: Sou torcedor do São Paulo, de qualquer jeito"
Fonte Gazeta Esportiva
29 de Janeiro de 2014
Brasileiro naturalizado italiano, o atacante Amauri, do Parma, poderia estar vivendo os seus últimos dias no clube. Isto porque, de acordo com a imprensa local, ele brigou com alguns jogadores, incluindo Cassano, e estaria em rota de saída. Mas tudo isto foi negado por ele.
Em entrevista para a Gazzetta Dello Sport, Amauri afirmou que deseja permanecer no Parma e até comentou sobre um possível interesse do Botafogo em sua contratação. “Li algumas coisas sobre o Botafogo, mas não ligo pra elas. Sou torcedor do São Paulo, de qualquer jeito”, declarou.
Sobre o relacionamento com os colegas, nada de anormal. “Ouvi algumas coisas estranhas, mas a verdade é que eu e o Cassano estamos perfeitamente bem. Sou um brasileiro com passaporte italiano, e ele é um italiano com pés brasileiros”, comparou.
Querendo encerrar a carreira no Ennio Tardini, Amauri, com 33 anos, só revelou certo incômodo com a condição de reserva no time. “É verdade que tenho lutado, mas o técnico faz as escolhas e temos que respeitá-las; Desistir não é da minha natureza, sei que minha chance vai vir em breve”, finalizou.
Após as saídas de Bruno Mendes e Rafael Marques, o Bota perdeu poder ofensivo, ainda não compensado pelas chegadas de Wallyson e Ferreyra. Henrique, Elias, Sassá e Yguinho completam as opções do treinador Eduardo Hungaro na linha de frente alvinegra.
Em entrevista para a Gazzetta Dello Sport, Amauri afirmou que deseja permanecer no Parma e até comentou sobre um possível interesse do Botafogo em sua contratação. “Li algumas coisas sobre o Botafogo, mas não ligo pra elas. Sou torcedor do São Paulo, de qualquer jeito”, declarou.
Sobre o relacionamento com os colegas, nada de anormal. “Ouvi algumas coisas estranhas, mas a verdade é que eu e o Cassano estamos perfeitamente bem. Sou um brasileiro com passaporte italiano, e ele é um italiano com pés brasileiros”, comparou.
Querendo encerrar a carreira no Ennio Tardini, Amauri, com 33 anos, só revelou certo incômodo com a condição de reserva no time. “É verdade que tenho lutado, mas o técnico faz as escolhas e temos que respeitá-las; Desistir não é da minha natureza, sei que minha chance vai vir em breve”, finalizou.
Após as saídas de Bruno Mendes e Rafael Marques, o Bota perdeu poder ofensivo, ainda não compensado pelas chegadas de Wallyson e Ferreyra. Henrique, Elias, Sassá e Yguinho completam as opções do treinador Eduardo Hungaro na linha de frente alvinegra.
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