Tiago Leifert, sobre punição à Lusa: ' 'É a pior possível no esporte'
Apresentador do Globo Esporte SP lamenta a mudança dos resultados em campo diz que legislação esportiva do país dá brechas para contestação
Fonte SPORTV
21 de Janeiro de 2014
Tiago Leifert defende presidente da Lusa sobre um possível empréstimo (Foto: Reprodução SporTV)
A perda de seis pontos da Portuguesa no Superior Tribunal de Justiça Desportiva e o consequente rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro ainda causam polêmicas. Um série de ações na Justiça comum, impetradas por torcedores da Lusa, podem recolocar o clube paulista de volta na elite do futebol brasileiro. Na opinião do jornalista Tiago Leifert, apresentador do Globo Esporte SP, a legislação esportiva do país precisa ser revista.
Em participação no programa "Bem, Amigos!", Leifert afirmou que deveriam haver dispositivos mais eficazes para reduzir a possibilidade que os resultados em campo fossem mudados nos tribunais.
- A punição que a Portuguesa tomou é a pior possível no esporte, é a mudança de um resultado. Para nós, é desesperador. Quem ama o futebol e vê um negócio desse diz que nada valeu. Nada é pior que uma punição desse tamanho. Uma punição desse tamanho precisa ter milhares dispositivos protegendo essa punição, e não tem. A gente não pode depender o celular e de um e-mail de um cara. Tem que ter um delegado lá na hora para dizer que o jogador não pode entrar em campo. A gente não pode ficar solto desse jeito e depois acontecer o que aconteceu - disse o jornalista.
Leifert defendeu Ilídio Lico, presidente da Portuguesa, diante da polêmica sobre um possível empréstimo da CBF. Na segunda-feira, o dirigente confirmou que a entidade máxima do futebol brasileiro condicionou a concessão de um empréstimo de R$ 4 milhões ao clube paulista à desistência de entrar na Justiça tentando mudar o resultado do STJD. Para o jornalista, o dirigente assumiu o clube cheio de dívidas e precisa de ajuda para poder quitar os débitos com os seus funcionários.
- Você vê a situação que fica o presidente da Portuguesa. Se a gente se colocar no lugar dele, a razão diz que ele precisa assinar esse documento. Ele precisa pegar esse dinheiro, caso contrário o clube dele vai quebrar. Todo o planejamento que eles fizeram para 2014 caiu depois da decisão do STJD (...). Mas ele não pode fazer isso, a torcida jamais vai entender.
A perda de seis pontos da Portuguesa no Superior Tribunal de Justiça Desportiva e o consequente rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro ainda causam polêmicas. Um série de ações na Justiça comum, impetradas por torcedores da Lusa, podem recolocar o clube paulista de volta na elite do futebol brasileiro. Na opinião do jornalista Tiago Leifert, apresentador do Globo Esporte SP, a legislação esportiva do país precisa ser revista.
Em participação no programa "Bem, Amigos!", Leifert afirmou que deveriam haver dispositivos mais eficazes para reduzir a possibilidade que os resultados em campo fossem mudados nos tribunais.
- A punição que a Portuguesa tomou é a pior possível no esporte, é a mudança de um resultado. Para nós, é desesperador. Quem ama o futebol e vê um negócio desse diz que nada valeu. Nada é pior que uma punição desse tamanho. Uma punição desse tamanho precisa ter milhares dispositivos protegendo essa punição, e não tem. A gente não pode depender o celular e de um e-mail de um cara. Tem que ter um delegado lá na hora para dizer que o jogador não pode entrar em campo. A gente não pode ficar solto desse jeito e depois acontecer o que aconteceu - disse o jornalista.
Leifert defendeu Ilídio Lico, presidente da Portuguesa, diante da polêmica sobre um possível empréstimo da CBF. Na segunda-feira, o dirigente confirmou que a entidade máxima do futebol brasileiro condicionou a concessão de um empréstimo de R$ 4 milhões ao clube paulista à desistência de entrar na Justiça tentando mudar o resultado do STJD. Para o jornalista, o dirigente assumiu o clube cheio de dívidas e precisa de ajuda para poder quitar os débitos com os seus funcionários.
- Você vê a situação que fica o presidente da Portuguesa. Se a gente se colocar no lugar dele, a razão diz que ele precisa assinar esse documento. Ele precisa pegar esse dinheiro, caso contrário o clube dele vai quebrar. Todo o planejamento que eles fizeram para 2014 caiu depois da decisão do STJD (...). Mas ele não pode fazer isso, a torcida jamais vai entender.
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