Juvenal é alvo de protesto de organizada: 'O inferno começou'
Em jogo do São Paulo na Copinha, presidente ouviu reclamações de parte da torcida, que pediu contratações, criticou eleições e poupou Ceni, Muricy e Rodrigo Caio
Fonte Globo Esporte
4 de Janeiro de 2014
O jogo desta sexta-feira, contra o Kashiwa Reysol, marcava a estreia do São Paulo na Copa São Paulo de Futebol Júnior (assista aos melhores momentos), mas a maior torcida organizada do clube aproveitou a presença do presidente Juvenal Juvêncio na tribuna da Arena Barueri para transformar o empate por 1 a 1 com os japoneses em um grande protesto contra o mandatário são-paulino.
O maior motivo das cobranças é o baixo número de contratações para o time principal neste ano. Até agora, apenas o lateral-direito Luis Ricardo, ex-Portuguesa, foi anunciado. E o time ainda perdeu o atacante Aloísio, ídolo recente da massa tricolor, que vai para a China.
- Diretoria sem chororô, queremos jogador (sic). Não é mole não, eu tô cansado de time amarelão – gritavam os torcedores.
- Ô, ô, ô, o inferno começou – foi ouvido também.
Dentre outras coisas, os gritos da arquibancada também englobavam referências à eleição presidencial do São Paulo. Em abril, Juvenal Juvêncio vai tentar eleger Carlos Miguel Aidar como seu sucessor. O candidato da oposição é Kalil Rocha Abdalla, que ganha a simpatia da organizada por ter em sua chapa o ex-superintendente do São Paulo, Marco Aurélio Cunha.
- Oh, oh, eleição é o c...!!! Pula, sai do chão, queremos renovação – bradava a massa.
Três nomes foram elogiados no mesmo coro que reclamava de Juvenal e da diretoria: os do técnico Muricy Ramalho, do goleiro Rogério Ceni e do polivalente Rodrigo Caio.
Questionado sobre o protesto que acabou deixando em segundo plano o seu time em campo, o técnico Menta foi direto:
- A torcida tem que cobrar mesmo. Eles vieram aqui nos apoiar e não viram uma boa apresentação – comentou o treinador do time sub-20 tricolor, que tentará se recuperar do empate contra o Auto Esporte-PB, na segunda rodada da Copinha, na segunda-feira, novamente na Arena Barueri.
O maior motivo das cobranças é o baixo número de contratações para o time principal neste ano. Até agora, apenas o lateral-direito Luis Ricardo, ex-Portuguesa, foi anunciado. E o time ainda perdeu o atacante Aloísio, ídolo recente da massa tricolor, que vai para a China.
- Diretoria sem chororô, queremos jogador (sic). Não é mole não, eu tô cansado de time amarelão – gritavam os torcedores.
- Ô, ô, ô, o inferno começou – foi ouvido também.
Dentre outras coisas, os gritos da arquibancada também englobavam referências à eleição presidencial do São Paulo. Em abril, Juvenal Juvêncio vai tentar eleger Carlos Miguel Aidar como seu sucessor. O candidato da oposição é Kalil Rocha Abdalla, que ganha a simpatia da organizada por ter em sua chapa o ex-superintendente do São Paulo, Marco Aurélio Cunha.
- Oh, oh, eleição é o c...!!! Pula, sai do chão, queremos renovação – bradava a massa.
Três nomes foram elogiados no mesmo coro que reclamava de Juvenal e da diretoria: os do técnico Muricy Ramalho, do goleiro Rogério Ceni e do polivalente Rodrigo Caio.
Questionado sobre o protesto que acabou deixando em segundo plano o seu time em campo, o técnico Menta foi direto:
- A torcida tem que cobrar mesmo. Eles vieram aqui nos apoiar e não viram uma boa apresentação – comentou o treinador do time sub-20 tricolor, que tentará se recuperar do empate contra o Auto Esporte-PB, na segunda rodada da Copinha, na segunda-feira, novamente na Arena Barueri.
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