EXCLUSIVO: São Paulo festeja redução de dívida bancária em quase 50%
Fonte SPFC.Net
25 de Dezembro de 2013
Dinheiro da venda de Lucas ajudou a diminuir endividamento
O ano de 2013 ficou marcado pelos maus resultados do São Paulo em campo. O time não conquistou títulos, chegou a ficar na zona de rebaixamento durante o Brasileirão, teve quatro treinadores...
Ao menos, longe das quatro linhas, a temporada ficará marcada por boas notícias no aspecto financeiro. O Tricolor conseguiu reduzir em quase metade sua dívida bancária.
De acordo com o diretor financeiro do São Paulo, Osvaldo Vieira de Abreu, o endividamento caiu de R$ 140 milhões ao final de 2012 para R$ 87 milhões atuais.
"Boa parte desse abatimento se deu com o investimento do dinheiro da venda do Lucas", revela Osvaldo, referindo-se aos mais de R$ 70 milhões do negócio com o PSG, da França - outros R$ 40 milhões ficaram com empresários e o próprio jogador na época.
Para Osvaldo, a redução da dívida é fundamental para o fluxo de caixa. O clube chegava a desembolsar mais de R$ 2 milhões por mês apenas com juros bancários. A tendência é que o futuro presidente não pague mais do que R$ 1 milhão a partir de abril do ano que vem.
Osvaldo ainda prevê superávit do Tricolor na temporada. "Ainda faltam fecharmos algumas contas, mas o balanço deve ficar em R$ 1 milhão ou R$ 2 milhões positivo", prevê o diretor financeiro.
O ano de 2013 ficou marcado pelos maus resultados do São Paulo em campo. O time não conquistou títulos, chegou a ficar na zona de rebaixamento durante o Brasileirão, teve quatro treinadores...
Ao menos, longe das quatro linhas, a temporada ficará marcada por boas notícias no aspecto financeiro. O Tricolor conseguiu reduzir em quase metade sua dívida bancária.
De acordo com o diretor financeiro do São Paulo, Osvaldo Vieira de Abreu, o endividamento caiu de R$ 140 milhões ao final de 2012 para R$ 87 milhões atuais.
"Boa parte desse abatimento se deu com o investimento do dinheiro da venda do Lucas", revela Osvaldo, referindo-se aos mais de R$ 70 milhões do negócio com o PSG, da França - outros R$ 40 milhões ficaram com empresários e o próprio jogador na época.
Para Osvaldo, a redução da dívida é fundamental para o fluxo de caixa. O clube chegava a desembolsar mais de R$ 2 milhões por mês apenas com juros bancários. A tendência é que o futuro presidente não pague mais do que R$ 1 milhão a partir de abril do ano que vem.
Osvaldo ainda prevê superávit do Tricolor na temporada. "Ainda faltam fecharmos algumas contas, mas o balanço deve ficar em R$ 1 milhão ou R$ 2 milhões positivo", prevê o diretor financeiro.
Avalie esta notícia:
49
9
VEJA TAMBÉM
- 2 reforços de peso! Lucas e volante titular avançam antes do SanSão- Quase veio: Gustavo Scarpa explica o porque de ter recusado o São Paulo
- São Paulo, Atlético-MG e gigante europeu disputam a contratação de Nicolás Scotti, joia uruguaia
- Desfalques importantes: São Paulo se prepara para enfrentar o Santos com perdas de peso
- São Paulo pode perder contrato de R$1 bilhão por conta de medidas federais; entenda
