Impedir a votação do projeto de reforma do Morumbi foi uma demonstração de força da oposição do São Paulo.
A proposta seria votada na terça, mas foi adiada por falta de quórum. Para a eleição ocorrer, era necessária a presença de pelo menos 75% de um total de 235 conselheiros — 140 compareceram à reunião, menos de 60%. O pleito teve de ser postergado.
Segundo Marco Aurélio Cunha, líder da oposição, o boicote à votação se deveu à falta de clareza na proposta do presidente Juvenal Juvêncio.
“Quando se apresenta um projeto de R$ 450 milhões, é preciso deixar muito claro o que vai ser feito. Não basta uma simples apresentação de slides e já decidir na hora o que vai ser feito”, disse o conselheiro, em entrevista ao DIÁRIO.
“Ele (Juvenal) tem de fazer uma apresentação ampla antes de votar o projeto. Qual será a fonte de renda do clube durante os 18 meses em que o Morumbi ficará em obras?”, questiona.
Membro da chapa de Kalil Abdalla, que vai concorrer à presidência do Tricolor contra Carlos Miguel Aidar, Marco Aurélio festejou o que chamou de “vitória da democracia”.
“Foi, sim, um avanço da oposição. Pela primeira vez, ele (Juvenal) viu que não consegue mais empurrar as coisas assim, goela abaixo”, afirmou.
Após boicote, oposição se considera fortalecida
Fonte Diário de SP
18 de Dezembro de 2013
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