Agora protagonista, Ganso torce por Jadson de novo ao seu lado
Fonte Gazeta Esportiva
15 de Dezembro de 2013
Em jogo beneficente nesta semana, Ganso jogou com a camisa 10, que, no São Paulo, pertence a Jadson
O meio-campo do São Paulo ainda não conseguiu ter Paulo Henrique Ganso e Jadson juntos por uma longa sequência. Ora um, ora outro é que se destacava e deixava o companheiro no banco. Quem terminou a temporada em alta foi o primeiro, que cresceu muito de produção com Muricy Ramalho, mas ainda acredita na dupla.
"O Jadson tem uma qualidade incrível também. A gente pode, sim, jogar junto, pela qualidade dos dois. Isso ajudaria muito o São Paulo", diz o camisa 8 tricolor, que começou a recuperar seu futebol sob comando de Paulo Autuori, mas só assumiu o protagonismo do camisa 10 mais tarde.
Os números mostram bem a diferença entre eles principalmente com o treinador atual. Ganso atuou em 21 partidas, balançou a rede duas vezes e deu sete assistências. No mesmo período, Jadson foi a campo apenas 12 vezes (tendo feito um gol e participado de outro) e se lesionou na reta final.
A queda de produção de Jadson abriu espaço para especulações sobre uma possível saída do São Paulo. Com contrato até o final do ano que vem, ele tem mercado no futebol nacional e também do exterior. Mas Ganso torce para que ele continue no clube. E, de preferência, ao seu lado.
"Ele vai fazer uma pré-temporada boa com a gente e vai evoluir, porque tem uma qualidade extraordinária", aposta o atual dono do meio-campo são-paulino, que passou por fase semelhante no início de 2013, quando dirigido por Ney Franco.
A pré-temporada começa em 6 de janeiro. Depois das primeiras avaliações na Barra Funda, o time fará a preparação em Cotia - já que a seleção dos Estados Unidos usará a estrutura do CT profissional - antes de estrear no Campeonato Paulista no dia 19, diante do Bragantino, fora de casa.
O meio-campo do São Paulo ainda não conseguiu ter Paulo Henrique Ganso e Jadson juntos por uma longa sequência. Ora um, ora outro é que se destacava e deixava o companheiro no banco. Quem terminou a temporada em alta foi o primeiro, que cresceu muito de produção com Muricy Ramalho, mas ainda acredita na dupla.
"O Jadson tem uma qualidade incrível também. A gente pode, sim, jogar junto, pela qualidade dos dois. Isso ajudaria muito o São Paulo", diz o camisa 8 tricolor, que começou a recuperar seu futebol sob comando de Paulo Autuori, mas só assumiu o protagonismo do camisa 10 mais tarde.
Os números mostram bem a diferença entre eles principalmente com o treinador atual. Ganso atuou em 21 partidas, balançou a rede duas vezes e deu sete assistências. No mesmo período, Jadson foi a campo apenas 12 vezes (tendo feito um gol e participado de outro) e se lesionou na reta final.
A queda de produção de Jadson abriu espaço para especulações sobre uma possível saída do São Paulo. Com contrato até o final do ano que vem, ele tem mercado no futebol nacional e também do exterior. Mas Ganso torce para que ele continue no clube. E, de preferência, ao seu lado.
"Ele vai fazer uma pré-temporada boa com a gente e vai evoluir, porque tem uma qualidade extraordinária", aposta o atual dono do meio-campo são-paulino, que passou por fase semelhante no início de 2013, quando dirigido por Ney Franco.
A pré-temporada começa em 6 de janeiro. Depois das primeiras avaliações na Barra Funda, o time fará a preparação em Cotia - já que a seleção dos Estados Unidos usará a estrutura do CT profissional - antes de estrear no Campeonato Paulista no dia 19, diante do Bragantino, fora de casa.
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