'O ambiente é o mesmo', diz Josué ao comparar Galo e São Paulo de 2005
Titular na conquista do Mundial de Clubes pelo Tricolor, em Yokohama, volante vê semelhanças com o clima entre os jogadores do Atlético-MG no Marrocos
Fonte Globo Esporte
14 de Dezembro de 2013
Josué, no São Paulo, em 2005 (Foto: Vipcomm)
O quarto treino do Atlético-MG, em Marrakesh, deu indícios de que Josué será o escolhido de Cuca para ser o companheiro de Pierre no meio-campo, na estreia do time, no Mundial de Clubes da Fifa. O jogador treinou ao lado de todo o ataque titular e deverá estar entre os onze do treinador para o jogo contra o Monterrey ou Raja Casablanca.
A experiência de Josué na carreira e na própria competição são fatores fundamentais para que o técnico alvinegro opte pelo volante pernambucano. O jogador atuou seis anos no futebol alemão e sabe o que o Galo poderá enfrentar numa possível decisão contra o poderoso Bayern de Munique.
Além disso, Josué já tem no currículo um título do Mundial de Clubes, em 2005, quando bateu o Liverpool, por 1 a 0, no Japão, com a camisa do São Paulo. Mesmo assim, o experiente jogador prefere se esquivar ao comentar sobre sair na frente do companheiro Donizete por questão de currículo.
- Independentemente de você ser mais experiente ou ter jogado no futebol alemão não quer dizer que você irá ficar com a vaga. Você tem é que estar bem para conquistar um lugar na equipe. É isso que irá definir. Penso dessa forma. Estou focado e quero ajudar esse grupo a vencer.
Josué vê semelhanças ao comparar o clima vivido pelo São Paulo, em Yokohama, com o ambiente do Atlético-MG, em Marrakesh.

Josué deve ser um dos titulares do Atlético-MG na estreia no Mundial do Marrocos (Foto: Fernando Martins Y Miguel)
- O ambiente é o mesmo. Naquela época o grupo era bem fechado, bem unido. Com o único objetivo de vencer. Do outro lado tem um adversário favorito, como tinha naquele ano. Mas que não existe time imbatível. A gente vai fazer nosso trabalho para que tudo corra bem e dê certo.
Apesar da experiência aos 34 anos, ele revela que a ansiedade antes de jogos e competições importantes nunca muda.
- Quando chega nesse momento a ansiedade aumenta. Você fica muito tempo no quarto, no hotel. Não tem jeito. É controlar bem para fazer uma boa estreia e não atrapalhar. É uma competição de tiro curto, dois jogos, e sem dúvida, uma grande estreia dá mais confiança para uma final.
Perguntado sobre o duelo à parte com Leandro Donizete, Josué prefere enaltecer a qualidade do elenco.
- Acontece como acontece em outras posições. Isso só enaltece a nossa qualidade. Temos muitos jogadores que tem condições de dar conta do recado. O importante é o título. Estou bem como todo grupo. Todos que estão aqui têm condições de jogar.
O quarto treino do Atlético-MG, em Marrakesh, deu indícios de que Josué será o escolhido de Cuca para ser o companheiro de Pierre no meio-campo, na estreia do time, no Mundial de Clubes da Fifa. O jogador treinou ao lado de todo o ataque titular e deverá estar entre os onze do treinador para o jogo contra o Monterrey ou Raja Casablanca.
A experiência de Josué na carreira e na própria competição são fatores fundamentais para que o técnico alvinegro opte pelo volante pernambucano. O jogador atuou seis anos no futebol alemão e sabe o que o Galo poderá enfrentar numa possível decisão contra o poderoso Bayern de Munique.
Além disso, Josué já tem no currículo um título do Mundial de Clubes, em 2005, quando bateu o Liverpool, por 1 a 0, no Japão, com a camisa do São Paulo. Mesmo assim, o experiente jogador prefere se esquivar ao comentar sobre sair na frente do companheiro Donizete por questão de currículo.
- Independentemente de você ser mais experiente ou ter jogado no futebol alemão não quer dizer que você irá ficar com a vaga. Você tem é que estar bem para conquistar um lugar na equipe. É isso que irá definir. Penso dessa forma. Estou focado e quero ajudar esse grupo a vencer.
Josué vê semelhanças ao comparar o clima vivido pelo São Paulo, em Yokohama, com o ambiente do Atlético-MG, em Marrakesh.

Josué deve ser um dos titulares do Atlético-MG na estreia no Mundial do Marrocos (Foto: Fernando Martins Y Miguel)
- O ambiente é o mesmo. Naquela época o grupo era bem fechado, bem unido. Com o único objetivo de vencer. Do outro lado tem um adversário favorito, como tinha naquele ano. Mas que não existe time imbatível. A gente vai fazer nosso trabalho para que tudo corra bem e dê certo.
Apesar da experiência aos 34 anos, ele revela que a ansiedade antes de jogos e competições importantes nunca muda.
- Quando chega nesse momento a ansiedade aumenta. Você fica muito tempo no quarto, no hotel. Não tem jeito. É controlar bem para fazer uma boa estreia e não atrapalhar. É uma competição de tiro curto, dois jogos, e sem dúvida, uma grande estreia dá mais confiança para uma final.
Perguntado sobre o duelo à parte com Leandro Donizete, Josué prefere enaltecer a qualidade do elenco.
- Acontece como acontece em outras posições. Isso só enaltece a nossa qualidade. Temos muitos jogadores que tem condições de dar conta do recado. O importante é o título. Estou bem como todo grupo. Todos que estão aqui têm condições de jogar.
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