O mundo é tricolor! São Paulo celebra os 20 anos do Mundial de 1993
Fonte Lancenet
12 de Dezembro de 2013
O dia 12 de dezembro marca uma das datas mais especiais na história do São Paulo Futebol Clube. Isso porque há exatamente 20 anos, o Tricolor conquistava o mundo pela segunda vez ao bater o poderoso Milan (ITA), do técnico Fabio Capello, por 3 a 2.
Um dos grandes ícones da conquista, o ex-zagueiro são-paulino Ronaldão lembra com carinho daquele dia em Tóquio e fala sobre o significado de ter levantado a taça em sua despedida do clube.
– A imagem que fica é a da conquista em cima de um adversário difícil. E no final, poder erguer a taça de campeão, como um capitão, foi fantástico. Foi meu último jogo oficial pelo clube e pude me sagrar campeão. Para mim ficou o sentimento de dever cumprido, de fechar com chave de ouro. Fechei esse ciclo de maneira digna, honesta. Não dava para fechar melhor – disse, em entrevista ao LANCE!Net.
Ronaldão, que também esteve na vitória sobre o Barcelona (ESP) um ano antes, diz que os dois jogos são incomparáveis, mas destaca a “alternância de resultados” diante dos italianos.
Hoje com 48 anos, o ex-jogador comemora o fato de o torcedor são-paulino valorizar a vencedora Era Telê e os ídolos que ajudaram o clube do Morumbi a alcançar o patamar internacional que tem hoje.
– É um momento histórico na vida do São Paulo. Logicamente que passa o tempo, mas ficam lembrando. Ficamos satisfeitos de o torcedor recordar isso com muito carinho – completou Ronaldão.
Se o presente não dá nenhum motivo para o torcedor comemorar, o passado é capaz, pelo menos hoje, de preencher esse vazio.
Um dos grandes ícones da conquista, o ex-zagueiro são-paulino Ronaldão lembra com carinho daquele dia em Tóquio e fala sobre o significado de ter levantado a taça em sua despedida do clube.
– A imagem que fica é a da conquista em cima de um adversário difícil. E no final, poder erguer a taça de campeão, como um capitão, foi fantástico. Foi meu último jogo oficial pelo clube e pude me sagrar campeão. Para mim ficou o sentimento de dever cumprido, de fechar com chave de ouro. Fechei esse ciclo de maneira digna, honesta. Não dava para fechar melhor – disse, em entrevista ao LANCE!Net.
Ronaldão, que também esteve na vitória sobre o Barcelona (ESP) um ano antes, diz que os dois jogos são incomparáveis, mas destaca a “alternância de resultados” diante dos italianos.
Hoje com 48 anos, o ex-jogador comemora o fato de o torcedor são-paulino valorizar a vencedora Era Telê e os ídolos que ajudaram o clube do Morumbi a alcançar o patamar internacional que tem hoje.
– É um momento histórico na vida do São Paulo. Logicamente que passa o tempo, mas ficam lembrando. Ficamos satisfeitos de o torcedor recordar isso com muito carinho – completou Ronaldão.
Se o presente não dá nenhum motivo para o torcedor comemorar, o passado é capaz, pelo menos hoje, de preencher esse vazio.
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