Polícia Civil cria e-mail para receber denúncias sobre baderneiros
Pessoas podem enviar fotos e vídeos do confronto ocorrido na partida entre Atlético-PR e Vasco, na Arena Joinville, pela última rodada do Brasileirão
Fonte SPORTV
11 de Dezembro de 2013
As investigações da briga ocorrida no último domingo na Arena Joinville, quando Atlético-PR e Vasco se enfrentaram, foram divididas em dois inquéritos. O primeiro indicia os três vascaínos presos por tentativa de homicídio. O segundo tem como objetivo identificar outros torcedores que ajudaram a causar a confusão e revelar os crimes que cometeram. Para isso, a Polícia Civil criou um e-mail para que as pessoas presentes ao jogo possam enviar, com anonimado garantido, fotos e vídeos do que viram.
O e-mail para envio de das imagens é [email protected]. Segundo o coordenador central da polícia, Isaías Cordeiro, pelo menos seis torcedores já foram identificados com o auxílio das mensagens recebidas.
- Já temos pelo menos meia dúzia dpessoas identificadas. Precisamos trazer para o inquérito e dizer qual a conduta das pessoas naquele evento - afirmou Isaías.
O Atlético-PR contratou duas empresas para serem responsáveis pela segurança da partida, já que não havia Polícia Militar dentro da Arena Joinville. O gerente de uma destas empresas revelou o drama vivido pelos funcionários quando estourou a confusão.
- Meus agentes tentaram evitar o acesso das torcidas, mas também foram agredidos - disse Luiz Fernando Medeiros Soares.
O e-mail para envio de das imagens é [email protected]. Segundo o coordenador central da polícia, Isaías Cordeiro, pelo menos seis torcedores já foram identificados com o auxílio das mensagens recebidas.
- Já temos pelo menos meia dúzia dpessoas identificadas. Precisamos trazer para o inquérito e dizer qual a conduta das pessoas naquele evento - afirmou Isaías.
O Atlético-PR contratou duas empresas para serem responsáveis pela segurança da partida, já que não havia Polícia Militar dentro da Arena Joinville. O gerente de uma destas empresas revelou o drama vivido pelos funcionários quando estourou a confusão.
- Meus agentes tentaram evitar o acesso das torcidas, mas também foram agredidos - disse Luiz Fernando Medeiros Soares.
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