Se não perder, Muricy pode bater returno de Ney Franco em 2012
Fonte Gazeta Esportiva
30 de Novembro de 2013
São Paulo pode superar campanha obtida no segundo turno do Campeonato Brasileiro do ano passado
Apesar de não ter o mesmo final vitorioso de 2012, com título da Copa Sul-americana e no G-4 do Campeonato Brasileiro, a temporada atual do São Paulo pode terminar melhor do que a anterior, se considerada exclusivamente a pontuação no returno da competição nacional.
Com 32 pontos ganhos até aqui na segunda metade do Brasileiro, a equipe atualmente treinada por Muricy Ramalho precisa de mais quatro nas duas rodadas restantes para superar a arrancada comandada por Ney Franco no mesmo período do ano passado.
Não pode perder, portanto. Diante de Criciúma (neste domingo, fora de casa) e Coritiba (em 8 de dezembro, como mandante, provavelmente em Itu), será necessário somar ao menos um empate e uma vitória. E com jogadores reservas, já que Muricy aproveitará a eliminação na semifinal da Sul-americana – torneio que, por ter sido o último campeão, o São Paulo desta vez estreou já nas oitavas – para testar jogadores pouco utilizados.
Ney Franco fez o mesmo. Como ainda tinha pela frente a decisão da competição continental, poupou o grupo principal e disputou as duas últimas rodadas do Brasileiro com escalações mistas, empatando com a Ponte Preta, em Campinas, e vencendo o Corinthians, no Pacaembu. O curioso é que alguns reservas daquela época hoje são titulares incontestes.
É o caso de Paulo Henrique Ganso. O meia estava no clube havia pouco tempo e só foi aproveitado definitivamente por Ney Franco em 2013, mas também sem muito sucesso. Jogador e treinador chegaram a se indispor publicamente um com o outro. Há outros exemplos, como o meia Maicon e o atacante Ademilson, que ganharam a confiança de Ney Franco para deixar Jadson e Luis Fabiano no banco.
As comparações param por aí. Ao contrário de Ney Franco, que chegou a ser cobrado por colocações intermediárias em determinados momentos, o trabalho de Muricy - que estreou justamente na primeira rodada do segundo turno - teve desde o início a missão de salvar o São Paulo do rebaixamento à segunda divisão nacional. E conseguiu, com uma arrancada tão boa quanto à do antigo treinador.
Embora ainda possa superar a campanha do returno de 2012, Muricy dificilmente tornará o São Paulo o melhor time das 19 rodadas finais. O Cruzeiro lidera a segunda metade da competição já com 35 pontos, mesma pontuação que deu o título simbólico a Ney Franco, na temporada passada.
Apesar de não ter o mesmo final vitorioso de 2012, com título da Copa Sul-americana e no G-4 do Campeonato Brasileiro, a temporada atual do São Paulo pode terminar melhor do que a anterior, se considerada exclusivamente a pontuação no returno da competição nacional.
Com 32 pontos ganhos até aqui na segunda metade do Brasileiro, a equipe atualmente treinada por Muricy Ramalho precisa de mais quatro nas duas rodadas restantes para superar a arrancada comandada por Ney Franco no mesmo período do ano passado.
Não pode perder, portanto. Diante de Criciúma (neste domingo, fora de casa) e Coritiba (em 8 de dezembro, como mandante, provavelmente em Itu), será necessário somar ao menos um empate e uma vitória. E com jogadores reservas, já que Muricy aproveitará a eliminação na semifinal da Sul-americana – torneio que, por ter sido o último campeão, o São Paulo desta vez estreou já nas oitavas – para testar jogadores pouco utilizados.
Ney Franco fez o mesmo. Como ainda tinha pela frente a decisão da competição continental, poupou o grupo principal e disputou as duas últimas rodadas do Brasileiro com escalações mistas, empatando com a Ponte Preta, em Campinas, e vencendo o Corinthians, no Pacaembu. O curioso é que alguns reservas daquela época hoje são titulares incontestes.
É o caso de Paulo Henrique Ganso. O meia estava no clube havia pouco tempo e só foi aproveitado definitivamente por Ney Franco em 2013, mas também sem muito sucesso. Jogador e treinador chegaram a se indispor publicamente um com o outro. Há outros exemplos, como o meia Maicon e o atacante Ademilson, que ganharam a confiança de Ney Franco para deixar Jadson e Luis Fabiano no banco.
As comparações param por aí. Ao contrário de Ney Franco, que chegou a ser cobrado por colocações intermediárias em determinados momentos, o trabalho de Muricy - que estreou justamente na primeira rodada do segundo turno - teve desde o início a missão de salvar o São Paulo do rebaixamento à segunda divisão nacional. E conseguiu, com uma arrancada tão boa quanto à do antigo treinador.
Embora ainda possa superar a campanha do returno de 2012, Muricy dificilmente tornará o São Paulo o melhor time das 19 rodadas finais. O Cruzeiro lidera a segunda metade da competição já com 35 pontos, mesma pontuação que deu o título simbólico a Ney Franco, na temporada passada.
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