Não foi um problema para a Ponte Preta disputar o segundo jogo das semifinais da Copa Sul-Americana, contra o São Paulo, fora do Moisés Lucarelli, o que aconteceu graças a uma denúncia da diretoria adversária. O time do Morumbi alegou que a casa ponte-pretana não possuía a capacidade de público necessária para a partida, e a Conmebol obrigou que outro estádio fosse escolhido. O duelo acabou indo para o Romildão, em Mogi Mirim, arena de estrutura até inferior à do Moisés.
"O São Paulo foi infeliz. Jogou com o regulamento na mão, mas sabíamos que as condições do Moisés Lucarelli eram muito melhores do que as condições que tínhamos aqui. Acho que foi um tiro no pé que o São Paulo deu", desabafou após o empate por 1 a 1, em Mogi, o presidente da Ponte, Marco Della Volpe. Na ida, a Ponte havia vencido por 3 a 1. "O jogo é no campo, e conseguimos fazer um resultado maravilhoso em São Paulo, o que nos permitiu garantir a classificação aqui."
Ainda no gramado do Romildão, Della Volpe foi informado de que tampouco poderá disputar a grande decisão da Sul-Americana, quarta que vem, em Campinas. Dessa forma, o presidente escolheu o Pacaembu, na Capital Paulista, como palco da primeira final internacional da história do clube. "Nossa indicação vai ser o Pacaembu. Amanhã estou indo na federação paulista, vamos fazer a reserva e deixar tudo para certo para jogar lá quarta que vem."
Em Mogi Mirim, cidade a menos de 50km de Campinas, cerca de 12 mil torcedores estiveram presentes para ver a Ponte eliminar o São Paulo. Na Capital, 50km mais longe, o presidente acredita que possa haver uma invasão histórica.
"Pela importância do jogo para a história da Ponte Preta, para a vida da Ponte, um clube que considera ter 600, 700 mil torcedores, acho que 30 mil é o numero que vai invadir o estádio e invadir São Paulo semana que vem. Hoje fizemos um acordo e conseguimos trazer 60 ônibus para Mogi. Vamos tentar mais ônibus, mais condições para quem não conseguir ir. A Bandeirantes e a Anhanguera - rodovias que ligam Campinas a São Paulo - vão ficar invadidas de vans, carros, bandeiras da Ponte. Vamos lotar a cidade e fazer história em São Paulo."
Depois de eliminar os poderosos Vélez Sarfield e São Paulo, o dirigente tem convicção de que pode vence Libertad-PAR ou Lanús-ARG, times que decidem uma vaga na final nesta quinta-feira, em Buenos Aires. No primeiro jogo, no Paraguai, o Lanús venceu por 2 a 1.
É a chance da Ponte de ofuscar o rebaixamento no Campeonato Brasileiro. E para fazer a alegria da torcida, vale a pena até tirar a mão do bolso. "Se for campeão apaga completamente a frustração do rebaixamento. Para a diretoria da Ponte a receita cai bruscamente, 70%, mas o título é tudo que o torcedor da Ponte quer. Já esta cordada uma premiação com os jogadores, e se eles forem campeões vai ser um Natal gordo."
Presidente da Ponte diz que São Paulo deu 'tiro no pé' e promete invadir a Capital e o Pacaembu
Fonte espn
28 de Novembro de 2013
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