Gerente da Ponte Preta responde a Juvenal: Futebol é jogado em campo
Fonte Globo Esporte
28 de Novembro de 2013
As declarações do presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, e a mudança do segundo jogo semifinal da Copa Sul-Americana, do Majestoso para o Romildão, em Mogi Mirim, não foram digeridas pelo gerente de futebol da Ponte Preta, Marcus Vinícius, e voltaram à lembrança nesta quarta-feira, após o empate em 1 a 1, que garantiu a Macaca na final do torneio continental.
Eufórico e bastante emocionado, Marcus Vinícius, em tom de desabafo, voltou a criticar o dirigente são-paulino e pediu mais respeito ao clube e à torcida da Ponte Preta.
- Quando o chamei de Juvenil Juvêncio, fui um porta-voz do pontepretano. Eles jogaram pedra no nosso ônibus. O São Paulo é tricampeão mundial, não precisa disso. Tiraram o jogo do Majestoso e não deu certo. O Juvenal não pode desrespeitar a Ponte Preta, dizer que é um clube virgem, que nosso estádio é inseguro. Eu não tenho sangue de barata. É um juvenil mesmo. O futebol é jogado dentro de campo - afirmou o dirigente, que se emocionou com a classificação, mas principalmente com a invasão dos torcedores pontepretanos ao Romildão.
No ônibus com a delegação alvinegra, Marcus Vinícius acompanhou todo o percurso, de Campinas a Mogi, e admite nunca ter visto algo parecido.
- A festa foi linda, do início ao fim. Quando os jogadores viram aquelas bandeiras na pista, eles pensaram: 'como eu não vou correr por esses caras?'. O jogador comprou a ideia do torcedor. O que a torcida da Ponte fez em Mogi vai ficar eternizado na lembrança, na história - declarou o dirigente, que nega o rótulo de azarão atribuído à Ponte Preta.
- Nós eliminamos o Velez, o São Paulo, isso não é sorte. Nosso time provou que está na briga pelo título. Independente de quem seja, nós vamos chegar nesta final para ser campeões - disse Marcus Vinícius.
O adversário da Ponte Preta na final sairá do confronto entre Libertad e Lanús. Na primeira partida, os argentinos venceram por 2 a 1, fora de casa. O jogo de volta ocorre nesta quinta-feira, às 22h15, no estádio Fortaleza, na Argentina.
Eufórico e bastante emocionado, Marcus Vinícius, em tom de desabafo, voltou a criticar o dirigente são-paulino e pediu mais respeito ao clube e à torcida da Ponte Preta.
- Quando o chamei de Juvenil Juvêncio, fui um porta-voz do pontepretano. Eles jogaram pedra no nosso ônibus. O São Paulo é tricampeão mundial, não precisa disso. Tiraram o jogo do Majestoso e não deu certo. O Juvenal não pode desrespeitar a Ponte Preta, dizer que é um clube virgem, que nosso estádio é inseguro. Eu não tenho sangue de barata. É um juvenil mesmo. O futebol é jogado dentro de campo - afirmou o dirigente, que se emocionou com a classificação, mas principalmente com a invasão dos torcedores pontepretanos ao Romildão.
No ônibus com a delegação alvinegra, Marcus Vinícius acompanhou todo o percurso, de Campinas a Mogi, e admite nunca ter visto algo parecido.
- A festa foi linda, do início ao fim. Quando os jogadores viram aquelas bandeiras na pista, eles pensaram: 'como eu não vou correr por esses caras?'. O jogador comprou a ideia do torcedor. O que a torcida da Ponte fez em Mogi vai ficar eternizado na lembrança, na história - declarou o dirigente, que nega o rótulo de azarão atribuído à Ponte Preta.
- Nós eliminamos o Velez, o São Paulo, isso não é sorte. Nosso time provou que está na briga pelo título. Independente de quem seja, nós vamos chegar nesta final para ser campeões - disse Marcus Vinícius.
O adversário da Ponte Preta na final sairá do confronto entre Libertad e Lanús. Na primeira partida, os argentinos venceram por 2 a 1, fora de casa. O jogo de volta ocorre nesta quinta-feira, às 22h15, no estádio Fortaleza, na Argentina.
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