Por três gols, são-paulinos se cobram inteligência sem pressa
Fonte Gazeta Esportiva
26 de Novembro de 2013
Para o elenco do São Paulo, a necessidade de fazer pelo menos três gols para não ser eliminado pela Ponte Preta, na quarta-feira, não pode ser traduzida em pressa. Os jogadores se cobram tranquilidade para fazer um jogo inteligente, em Mogi Mirim, após o revés por 3 a 1, no Morumbi.
"A gente não vai fazer três gols de uma vez só. Eles vão se defender bem, vão jogar com apoio dos torcedores. Mas temos que estar preparados para reverter a situação. É um jogo complicado, mas tudo pode acontecer", diz Maicon.
Ao contrário de muita gente, o meia não acredita que a equipe de Campinas se limitará a defender, já que tem a vantagem de poder perder por 2 a 0 para avançar à decisão da Copa Sul-americana. Em sua opinião, a estratégia deve ser semelhante à que a Ponte adotou para vencer por 2 a 0 o Vélez Sarsfield, na Argentina, na fase anterior.
"Eu assisti a esse jogo, e não achei que a Ponte ficou o tempo todo atrás. Eles atacaram, tiveram chance. Tanto é que fizeram dois gols, o segundo já no desespero da equipe do Vélez. A gente tem que ser inteligente, não vamos fazer três gols de uma vez só", repetiu.
Embora seja uma missão complicada - o próprio técnico Muricy Ramalho reconhece não ter passado por uma situação semelhante na carreira, nem como jogador -, ninguém no São Paulo joga a toalha. Até porque esse elenco tem exemplos recentes de superação na temporada.
"Antes do primeiro jogo, todos apontavam que o São Paulo iria ganhar, mas futebol é em campo, 11 contra 11. Contra o Cruzeiro (então líder e agora campeão brasileiro), todos falaram que iríamos tomar uma surra, mas ganhamos. Torcida não entra em campo. Quem estiver melhor no dia vai sair vencedor", justificou o camisa 18.
O duelo será em Mogi Mirim (às 21h50 de quarta-feira), e não em Campinas, porque a Conmebol atendeu à solicitação são-paulina e fez valer a exigência de capacidade mínima de 20 mil espectadores do estádio, vetando o Moisés Lucarelli.
"A gente não vai fazer três gols de uma vez só. Eles vão se defender bem, vão jogar com apoio dos torcedores. Mas temos que estar preparados para reverter a situação. É um jogo complicado, mas tudo pode acontecer", diz Maicon.
Ao contrário de muita gente, o meia não acredita que a equipe de Campinas se limitará a defender, já que tem a vantagem de poder perder por 2 a 0 para avançar à decisão da Copa Sul-americana. Em sua opinião, a estratégia deve ser semelhante à que a Ponte adotou para vencer por 2 a 0 o Vélez Sarsfield, na Argentina, na fase anterior.
"Eu assisti a esse jogo, e não achei que a Ponte ficou o tempo todo atrás. Eles atacaram, tiveram chance. Tanto é que fizeram dois gols, o segundo já no desespero da equipe do Vélez. A gente tem que ser inteligente, não vamos fazer três gols de uma vez só", repetiu.
Embora seja uma missão complicada - o próprio técnico Muricy Ramalho reconhece não ter passado por uma situação semelhante na carreira, nem como jogador -, ninguém no São Paulo joga a toalha. Até porque esse elenco tem exemplos recentes de superação na temporada.
"Antes do primeiro jogo, todos apontavam que o São Paulo iria ganhar, mas futebol é em campo, 11 contra 11. Contra o Cruzeiro (então líder e agora campeão brasileiro), todos falaram que iríamos tomar uma surra, mas ganhamos. Torcida não entra em campo. Quem estiver melhor no dia vai sair vencedor", justificou o camisa 18.
O duelo será em Mogi Mirim (às 21h50 de quarta-feira), e não em Campinas, porque a Conmebol atendeu à solicitação são-paulina e fez valer a exigência de capacidade mínima de 20 mil espectadores do estádio, vetando o Moisés Lucarelli.
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