Pela paz em Mogi, Della Volpe pede fim das provocações entre Ponte e SP
Fonte Globo Esporte
24 de Novembro de 2013
A preocupação com a segurança das torcidas de Ponte Preta e São Paulo para o jogo de volta das semifinais da Sul-Americana, quarta-feira, em Mogi Mirim, levou o presidente da Macaca, Márcio Della Volpe, a deixar para trás a guerra que os clubes travaram nos bastidores. Pela paz nas arquibancadas, ele pediu o fim das provocações entre as diretorias.
- Vamos parar com a rivalidade e agir com paz, com tranquilidade. Venho aqui pedir para o São Paulo para pararmos com a situação, não colocarmos mais pimenta no processo. É um jogo de risco, principalmente por ser fora de Campinas, então temos de agir com responsabilidade – afirmou o mandatário alvinegro em entrevista coletiva na tarde deste domingo.
Della Volpe convocou a imprensa para esclarecer o veto da Conmebol ao Estádio Moisés Lucarelli. A disputa pelo local da segunda partida colocou os clubes em rota de colisão e aumentou a tensão para os duelos.
Do lado da Ponte, Della Volpe classificou como 'mesquinha' a atitude do São Paulo de pressionar a Conmebol para tirar o duelo de Campinas. O gerente de futebol Marcus Vinícius atacou diretamente Juvenal Juvêncio ao dizer que o presidente tricolor deveria se chamar ‘Juvenil Juvêncio’.
Juvenal, aliás, foi o responsável por despertar a ira nos pontepretanos ao afirmar que ‘futebol não era para virgens’, em provocação ao fato de a Ponte ainda não ter uma conquista expressiva em 113 anos de história.
Depois de fazer um apelo às diretorias, Della Volpe se direcionou para a torcida da Ponte.
- Não podemos sair prejudicados, taxados de violentos. A torcida foi com 600 pessoas para Pasto, 1,2 mil para Argentina e 3,2 mil para o Morumbi e fez lindas festas. Vamos encher o campo novamente e deixar a decisão para o campo – finalizou o mandatário alvinegro.
- Vamos parar com a rivalidade e agir com paz, com tranquilidade. Venho aqui pedir para o São Paulo para pararmos com a situação, não colocarmos mais pimenta no processo. É um jogo de risco, principalmente por ser fora de Campinas, então temos de agir com responsabilidade – afirmou o mandatário alvinegro em entrevista coletiva na tarde deste domingo.
Della Volpe convocou a imprensa para esclarecer o veto da Conmebol ao Estádio Moisés Lucarelli. A disputa pelo local da segunda partida colocou os clubes em rota de colisão e aumentou a tensão para os duelos.
Do lado da Ponte, Della Volpe classificou como 'mesquinha' a atitude do São Paulo de pressionar a Conmebol para tirar o duelo de Campinas. O gerente de futebol Marcus Vinícius atacou diretamente Juvenal Juvêncio ao dizer que o presidente tricolor deveria se chamar ‘Juvenil Juvêncio’.
Juvenal, aliás, foi o responsável por despertar a ira nos pontepretanos ao afirmar que ‘futebol não era para virgens’, em provocação ao fato de a Ponte ainda não ter uma conquista expressiva em 113 anos de história.
Depois de fazer um apelo às diretorias, Della Volpe se direcionou para a torcida da Ponte.
- Não podemos sair prejudicados, taxados de violentos. A torcida foi com 600 pessoas para Pasto, 1,2 mil para Argentina e 3,2 mil para o Morumbi e fez lindas festas. Vamos encher o campo novamente e deixar a decisão para o campo – finalizou o mandatário alvinegro.
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