Flagrado com torcedores antes de briga, vice do São Paulo minimiza reunião
Fonte UOL/Perrone
23 de Outubro de 2013
Vice-presidente de futebol do São Paulo, João Paulo de Jesus Lopes admitiu ter conversado com integrantes da torcida uniformizada independente pouco antes de eles se envolverem numa briga no clube, em julho. Mas o dirigente negou envolvimento dele ou da direção com os torcedores acusados de agredirem associados que faziam campanha para a oposição.
Uma foto Lopes sentado num bar do clube ao lado dos torcedores foi divulgada nesta terça pelo site “TRICOLORNAWEB”.
“Estava saindo do clube e eles me chamaram para conversar. Eram dois, que entraram com dois sócios, mas a conversa não durou nem cinco minutos. Atendi por respeito, como faria com qualquer outro torcedor. Eles fizeram algumas perguntas sobre futebol, respondi e fui embora”, disse o cartola.
Na ocasião, a oposição acusou a situação de facilitar a entrada dos torcedores no clube para apoiar Juvenal Juvêncio durante um churrasco que ganhou tom político.
“Minha conversa não teve nenhuma conotação política. Nunca tive ligação com organizada. Alguém teve estar querendo usar isso politicamente, mas tenho certeza de que não é o Kalil [Rocha Abdalla] e nem o Marco Aurélio [Cunha] candidatos a presidente e vice pela oposição.
Uma foto Lopes sentado num bar do clube ao lado dos torcedores foi divulgada nesta terça pelo site “TRICOLORNAWEB”.
“Estava saindo do clube e eles me chamaram para conversar. Eram dois, que entraram com dois sócios, mas a conversa não durou nem cinco minutos. Atendi por respeito, como faria com qualquer outro torcedor. Eles fizeram algumas perguntas sobre futebol, respondi e fui embora”, disse o cartola.
Na ocasião, a oposição acusou a situação de facilitar a entrada dos torcedores no clube para apoiar Juvenal Juvêncio durante um churrasco que ganhou tom político.
“Minha conversa não teve nenhuma conotação política. Nunca tive ligação com organizada. Alguém teve estar querendo usar isso politicamente, mas tenho certeza de que não é o Kalil [Rocha Abdalla] e nem o Marco Aurélio [Cunha] candidatos a presidente e vice pela oposição.
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