Arnaldo Cezar Coelho: árbitros são obrigados a voar de madrugada
Comentarista reclama que companhia aérea escolhida pela CBF deixa como opção apenas os primeiros voos e prejudicam descanso dos juízes
Fonte SPORTV
22 de Outubro de 2013
O árbitro de futebol tem um trabalho duro em campo, tem de comandar uma partida e tomar decisões não raras vezes polêmicas. Neste Brasileirão, a jornada árdua dos juízes está se estendendo para além dos 90 minutos de jogo. O comentarista Arnaldo Cezar Coelho revelou que os árbitros estão sendo obrigados pela CBF a fazerem viagens de madrugada.
- A logística dos árbitros é uma coisa impressionante. A CBF está obrigando os árbitros a viajarem em uma companhia aérea, sempre às 2h ou às 3h da manhã. Como pode apitar bem quarta-feira e domingo, toda semana, se não é o melhor voo que eles pegam? Isso está errado - disse Arnaldo, em participação no programa “Bem, Amigos”.
O apresentador Luís Roberto apoiou a reclamação de Arnaldo e ressaltou o caso do árbitro Wilson Luiz Seneme, que foi ex-jogador e sofre com lesões antigas nos joelhos.
- O Seneme foi jogador de futebol e teve contusões nos joelhos. Ele anda meio mancando, mas ele controla. É intolerável obrigar um árbitro fazer um voo de" corujão", passar a noite sem dormir e ter de correr 10km por jogo - disse Luís.

Seneme, que sofre com lesões antigas, ainda enfrenta voos de madrugada (Foto: Agência Estado)
- A logística dos árbitros é uma coisa impressionante. A CBF está obrigando os árbitros a viajarem em uma companhia aérea, sempre às 2h ou às 3h da manhã. Como pode apitar bem quarta-feira e domingo, toda semana, se não é o melhor voo que eles pegam? Isso está errado - disse Arnaldo, em participação no programa “Bem, Amigos”.
O apresentador Luís Roberto apoiou a reclamação de Arnaldo e ressaltou o caso do árbitro Wilson Luiz Seneme, que foi ex-jogador e sofre com lesões antigas nos joelhos.
- O Seneme foi jogador de futebol e teve contusões nos joelhos. Ele anda meio mancando, mas ele controla. É intolerável obrigar um árbitro fazer um voo de" corujão", passar a noite sem dormir e ter de correr 10km por jogo - disse Luís.

Seneme, que sofre com lesões antigas, ainda enfrenta voos de madrugada (Foto: Agência Estado)
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