ANULADO
Lance polêmico logo aos 7 minutos. Após cruzamento da esquerda, Paulo Miranda dividiu com o goleiro Marcelo Lomba e desviou a bola para o gol. O trio de arbitragem assinalou falta do são-paulino, que ergueu demais o pé. Porém, num primeiro momento, o lance parecia ter sido anulado por um impedimento passivo do zagueiro Rafael Toloi, que estava adiantado, mas não participou da jogada. Para o comentarista Leonardo Gaciba, o gol deveria ter sido validado.
COMEMORAÇÃO
Comemoração de gol do atacante Aloísio é um show à parte. Após dar tapas na cabeça dos companheiros, erguer Ganso nos braços e pular de voadora no técnico Muricy, o “Boi Bandido” preferiu ser mais contido quando estufou a rede do Bahia no domingo. Logo depois do gol, ele simulou fugir de um chute de Ganso e também correu para cima de Muricy, mas optou por não atingir o treinador.
CAÇADO E EXPULSO
O volante Denilson foi expulso com 33 minutos do primeiro tempo por falta violenta em William Barbio. O árbitro Sandro Meira Ricci mostrou cartão vermelho direto para o são-paulino. Curiosamente, tinha sido a primeira falta cometida por Denilson. Mais curioso ainda é que no momento da expulsão o volante era o jogador mais caçado em campo, tendo sofrido quatro faltas dos jogadores do Bahia.
FORA
Duas reclamações consecutivas, dois cartões seguidos e Maicon foi expulso aos 30 minutos do segundo tempo. Logo após uma falta de Souza, que recebeu amarelo, Maicon ficou na bronca com o árbitro. Sandro Meira Ricci, então, também deu um amarelo para ele. A reclamação continuou, e Maicon levou vermelho. Na saída de campo, o jogador paulista ouviu muita chiadeira do técnico Muricy Ramalho.
CHORO
Ao final do jogo, Rogério Ceni ficou alguns instantes no chão chorando de dor. Minutos antes, o goleiro são-paulino tinha sido atingido nas costas por Fernandão, do Bahia, numa dividida de bola pelo alto. Mesmo com o apito final, Ceni ainda precisou de atendimento médico. Ao deixar o gramado, o capitão reclamou de dor e de muito cansaço.
TRABALHO
Muricy Ramalho comemorou muito a vitória sobre o Bahia. Quando a partida terminou, o técnico se dirigiu à área em que a torcida são-paulina estava nas arquibancadas da Fonte Nova e foi dividir o momento de alegria. O treinador beijou o escudo e repetiu seu gesto típico de bater no braço. Aquele mesmo que Muricy tornou famoso com o seu bordão “aqui é trabalho, meu filho!”.