Este sábado é dia de futevôlei no São Paulo. Não, caro leitor, você não leu errado. As traves darão lugar às redes improvisadas no gramado do CT da Barra Funda.
Como parte final da preparação para a partida contra o Bahia, domingo, em Salvador, os jogadores não vão disputar o tradicional rachão. Desde que Muricy Ramalho assumiu o comando técnico do time, a atividade foi substituída pelo futevôlei — uma fita presa em dois postes separa as duplas .
“Você tira uma coisa e dá outra para o jogador. Por isso, agora temos o futevôlei. Achei que era melhor pelo momento do time e eles adoram. A pessoa se movimenta e eles praticam o passe. Tudo isso é muito bom”, justificou-se Muricy.
O treinador já deixou claro, mais de uma vez, que não é fã dos populares rachões. Antes, em toda véspera de partida, os jogadores se dividiam em duas equipes e, em campo reduzido, disputavam uma partida de futebol. Na pelada, os boleiros atuavam em posições diferentes das que desempenham profissionalmente. O goleiro Rogério Ceni, por exemplo, sempre jogava na linha.
“Nunca simpatizei com o rachão. Já perdi vários jogadores por causa disso. Vi atleta de Copa se machucar desse jeito. Na véspera do jogo, só vamos dar uma ativada”, avisou Muricy.

As duplas que mais ganharam as partidas de futevôlei até agora são Aloísio/Maicon e Denilson/Wellington.
Pelo visto, é bom Romário e Renato Gaúcho, que também fizeram fama nas areias, se cuidarem. Em breve, os atletas tricolores serão os mais novos especialistas no futevôlei.