Mais da metade dos clubes que apoiam boicote ao São Paulo não tem selo de formação
Fonte ESPN
9 de Outubro de 2013
Dirigentes da base se reuniram em General Severiano, sede do Botafogo, no Rio de Janeiro
Nem todos os clubes que confirmaram participação no boicote da próxima Copa São Paulo contam com o Certificado de Clube Formador (CCF).
O selo criado pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) em 2012 e emitido após o cumprimento de uma série de exigências no trabalho com as categorias da base é um dos argumentos utilizados pelo São Paulo para se defender das acusações de aliciamento de jovens jogadores que sofre nos bastidores desde o primeiro semestre.
Na semana passada, conforme documento revelado pelo ESPN.com.br, um grupo formado por dez times respondeu ao convite da federação paulista condicionando sua presença no campeonato à exclusão da equipe do Morumbi. Foram realizadas reuniões no Rio de Janeiro e em São Paulo para tratar o assunto nesta segunda-feira.
Pela primeira vez desde que surgiu a polêmica, no fim de abril, representantes tricolores se sentaram na mesma mesa para conversar sobre o tema. O gerente de base José Geraldo Oliveira, um dos mais criticados por seus colegas, foi um dos que marcou presença.
Ao todo, aderiram ao movimento os quatro grandes do Rio de Janeiro (Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco), os três de Minas Gerais (Cruzeiro, Atlético-MG e América-MG), Vitória, Sport e Coritiba.
Menos da metade deles assegurou até hoje o certificado da CBF que atesta as condições ideais para formação e proporciona diversas vantagens como a busca de apoio através de leis de incentivo ao esporte, indenização na transferência de jogadores a partir dos 14 anos e recebimento de porcentagens em futuras negociações de pratas-da-casa no exterior.
Nem todos os clubes que confirmaram participação no boicote da próxima Copa São Paulo contam com o Certificado de Clube Formador (CCF).
O selo criado pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) em 2012 e emitido após o cumprimento de uma série de exigências no trabalho com as categorias da base é um dos argumentos utilizados pelo São Paulo para se defender das acusações de aliciamento de jovens jogadores que sofre nos bastidores desde o primeiro semestre.
Na semana passada, conforme documento revelado pelo ESPN.com.br, um grupo formado por dez times respondeu ao convite da federação paulista condicionando sua presença no campeonato à exclusão da equipe do Morumbi. Foram realizadas reuniões no Rio de Janeiro e em São Paulo para tratar o assunto nesta segunda-feira.
Pela primeira vez desde que surgiu a polêmica, no fim de abril, representantes tricolores se sentaram na mesma mesa para conversar sobre o tema. O gerente de base José Geraldo Oliveira, um dos mais criticados por seus colegas, foi um dos que marcou presença.
Ao todo, aderiram ao movimento os quatro grandes do Rio de Janeiro (Flamengo, Fluminense, Botafogo e Vasco), os três de Minas Gerais (Cruzeiro, Atlético-MG e América-MG), Vitória, Sport e Coritiba.
Menos da metade deles assegurou até hoje o certificado da CBF que atesta as condições ideais para formação e proporciona diversas vantagens como a busca de apoio através de leis de incentivo ao esporte, indenização na transferência de jogadores a partir dos 14 anos e recebimento de porcentagens em futuras negociações de pratas-da-casa no exterior.
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