'Insatisfeito', Muricy Ramalho deve receber reajuste no fim do ano
Diretoria vê com naturalidade discurso do treinador de que não fez um bom contrato e prevê aumento dos termos após o Brasileirão. Juvenal elogia postura do time
Fonte Lancenet
16 de Setembro de 2013
Muricy Ramalho, no dia em que foi apresentado no Tricolor (Foto: Eduardo Viana/LANCE!Press)
Desde que retornou ao São Paulo, o técnico Muricy Ramalho faz questão de deixar claro que aceitou assumir o time em momento complicado pelo carinho e gratidão com o clube, minimizando o aspecto financeiro. Muricy, aliás, disse que o contrato firmado não era a melhor opção neste sentido.
- Realmente não fiz um grande contrato, mas o clube pediu e eu não poderia virar as costas - afirmou, após a vitória sobre o Vasco, repetindo o que já havia dito após sua reestreia, contra a Ponte Preta.
No entanto, a situação deve mudar no fim do ano, quando a diretoria do São Paulo pretende sentar novamente com o treinador para rediscutir os termos do vínculo. Muricy assinou contrato ganhando cerca de R$ 350 mil mensais e os dirigentes já preveem um aumento nos vencimentos, sobretudo porque levam em conta que ele terá livrado a equipe do rebaixamento. O acordo não prevê multa em caso de quebra dos dois lados.
No geral, a "reclamação" de Muricy é encarada com naturalidade pela cúpula tricolor. Um membro da cúpula admite que o contrato feito foi uma espécie de "tampão". Outro dirigente afirma que Muricy tem feito tal avaliação do que recebe atualmente porque recebia valores inflacionados em seus clubes anteriores. No Santos, o treinador chegou a ter um salário de cerca de R$ 700 mil mensais, o dobro do que ganha agora.
A avaliação do trabalho do comandante em sua primeira semana também foi positiva. Após a partida contra o Vasco, o presidente Juvenal Juvêncio ligou para um de seus pares e mostrou-se entuasiasmado pela melhora apresentada no que ele pretendia com a contratação de Muricy: ou seja, uma chacoalhada nos jogadores. Como exemplo, a disposição de Ganso e Jadson.
Desde que retornou ao São Paulo, o técnico Muricy Ramalho faz questão de deixar claro que aceitou assumir o time em momento complicado pelo carinho e gratidão com o clube, minimizando o aspecto financeiro. Muricy, aliás, disse que o contrato firmado não era a melhor opção neste sentido.
- Realmente não fiz um grande contrato, mas o clube pediu e eu não poderia virar as costas - afirmou, após a vitória sobre o Vasco, repetindo o que já havia dito após sua reestreia, contra a Ponte Preta.
No entanto, a situação deve mudar no fim do ano, quando a diretoria do São Paulo pretende sentar novamente com o treinador para rediscutir os termos do vínculo. Muricy assinou contrato ganhando cerca de R$ 350 mil mensais e os dirigentes já preveem um aumento nos vencimentos, sobretudo porque levam em conta que ele terá livrado a equipe do rebaixamento. O acordo não prevê multa em caso de quebra dos dois lados.
No geral, a "reclamação" de Muricy é encarada com naturalidade pela cúpula tricolor. Um membro da cúpula admite que o contrato feito foi uma espécie de "tampão". Outro dirigente afirma que Muricy tem feito tal avaliação do que recebe atualmente porque recebia valores inflacionados em seus clubes anteriores. No Santos, o treinador chegou a ter um salário de cerca de R$ 700 mil mensais, o dobro do que ganha agora.
A avaliação do trabalho do comandante em sua primeira semana também foi positiva. Após a partida contra o Vasco, o presidente Juvenal Juvêncio ligou para um de seus pares e mostrou-se entuasiasmado pela melhora apresentada no que ele pretendia com a contratação de Muricy: ou seja, uma chacoalhada nos jogadores. Como exemplo, a disposição de Ganso e Jadson.
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