Para opositor são-paulino, troca de técnico gera insegurança no elenco
Fonte Blog do Perrone/UOL
9 de Setembro de 2013
A demissão de Paulo Autuori deu mais munição para a oposição são-paulina, apesar de o novo técnico, Muricy Ramalho, agradar aos opositores. A repentina troca de treinador é vista como demonstração de que a diretoria não sabe que rumo seguir.
“Isso mostra que acabou a estratégia, agora é pirotecnia, virou UTI, emergência. A diretoria demonstra que não tem um norte”, disse ao blog Marco Aurélio Cunha, líder oposicionista.
Ex-superintendente de futebol do clube, ele afirma que a mudança gera insegurança entre os jogadores. “O atleta vê o técnico ser demitido e pensa: ‘amanhã pode acontecer comigo’ .Fica um clima de instabilidade”, completou Cunha.
“A direção entendeu que o time precisava de um tratamento de choque, por isso contratou Muricy. Gostei muito da escolha”, declarou Carlos Miguel Aidar, um dos pré-candidatos situacionistas à presidência na eleição de abril.
“Isso mostra que acabou a estratégia, agora é pirotecnia, virou UTI, emergência. A diretoria demonstra que não tem um norte”, disse ao blog Marco Aurélio Cunha, líder oposicionista.
Ex-superintendente de futebol do clube, ele afirma que a mudança gera insegurança entre os jogadores. “O atleta vê o técnico ser demitido e pensa: ‘amanhã pode acontecer comigo’ .Fica um clima de instabilidade”, completou Cunha.
“A direção entendeu que o time precisava de um tratamento de choque, por isso contratou Muricy. Gostei muito da escolha”, declarou Carlos Miguel Aidar, um dos pré-candidatos situacionistas à presidência na eleição de abril.
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