Rogério vive seu pior momento em 21 anos de SP
Fonte Diário de São Paulo
7 de Setembro de 2013
Ceni é consolado após errar pênalti na derrota para o Criciúma
Na provável última temporada da carreira, Rogério Ceni vive seu pior momento em 21 anos de São Paulo. Goleiro-artilheiro, ele sempre teve o nome associado à imagem de um atleta vencedor, dono de recordes e herói de títulos. Um símbolo tricolor que, para muitos, era imbatível e acima das críticas.
Neste ano, no entanto, o mito vem se mostrando mais frágil. Ele é hoje um dos principais responsáveis pela crise que se instalou no Morumbi.
Na quinta, foi o pivô da derrota (2 a 1) em casa para o Criciúma, ao desperdiçar um pênalti quando o time perdia por 2 a 0. Era a chance de tirar o São Paulo da zona do rebaixamento do Brasileirão. Agora, Ceni terá 20 rodadas para salvar o Tricolor da queda e evitar a mancha do descenso em sua trajetória.Isto, porém, é apenas um dos problemas que vêm atrapalhando a temporada do goleiro.
No Paulistão, ele sofreu uma lesão durante um clássico contra o Corinthians e passou a atuar com dores no pé direito.
Na Libertadores, o vexame acabou sendo ainda maior. O Tricolor fez sua pior campanha na história do torneio na fase de grupos e, a duras penas, chegou às oitavas de final. A despedida de Ceni da competição que ele já conquistou duas vezes foi com uma goleada sofrida diante do Atlético-MG, por 4 a 1.
É O AMOR/ Em meio à crise, Ceni passou a conviver com algo até então raro em sua passagem pelo clube: críticas públicas. E elas vieram de diversas frentes: do ex-treinador Ney Franco até o cantor sertanejo Zezé Di Camargo, que escreveu nas redes sociais: “Enquanto os técnicos do São Paulo deixarem o Rogério Ceni mandar no time, não vamos sair dessa m... !!!”.
O goleiro, acostumado a ser o herói, veste agora a capa de vilão. Um mito de carne em osso em busca de redenção.
Na provável última temporada da carreira, Rogério Ceni vive seu pior momento em 21 anos de São Paulo. Goleiro-artilheiro, ele sempre teve o nome associado à imagem de um atleta vencedor, dono de recordes e herói de títulos. Um símbolo tricolor que, para muitos, era imbatível e acima das críticas.
Neste ano, no entanto, o mito vem se mostrando mais frágil. Ele é hoje um dos principais responsáveis pela crise que se instalou no Morumbi.
Na quinta, foi o pivô da derrota (2 a 1) em casa para o Criciúma, ao desperdiçar um pênalti quando o time perdia por 2 a 0. Era a chance de tirar o São Paulo da zona do rebaixamento do Brasileirão. Agora, Ceni terá 20 rodadas para salvar o Tricolor da queda e evitar a mancha do descenso em sua trajetória.Isto, porém, é apenas um dos problemas que vêm atrapalhando a temporada do goleiro.
No Paulistão, ele sofreu uma lesão durante um clássico contra o Corinthians e passou a atuar com dores no pé direito.
Na Libertadores, o vexame acabou sendo ainda maior. O Tricolor fez sua pior campanha na história do torneio na fase de grupos e, a duras penas, chegou às oitavas de final. A despedida de Ceni da competição que ele já conquistou duas vezes foi com uma goleada sofrida diante do Atlético-MG, por 4 a 1.
É O AMOR/ Em meio à crise, Ceni passou a conviver com algo até então raro em sua passagem pelo clube: críticas públicas. E elas vieram de diversas frentes: do ex-treinador Ney Franco até o cantor sertanejo Zezé Di Camargo, que escreveu nas redes sociais: “Enquanto os técnicos do São Paulo deixarem o Rogério Ceni mandar no time, não vamos sair dessa m... !!!”.
O goleiro, acostumado a ser o herói, veste agora a capa de vilão. Um mito de carne em osso em busca de redenção.
Avalie esta notícia:
6
7
VEJA TAMBÉM
- Negócio fechado: São Paulo aprova acordo com Ticketmaster por 140 milhões- Proposta quente! SPFC recebe oferta de 60MI por destaque da zaga
- Cimed se aproxima do São Paulo por novo patrocínio
- Empresa contesta a inclusão do Sócio Torcedor no contrato com a Ticketmaster
- Calleri suspenso: Veja quem deve ser o substituto no clássico contra o Santos
