Uma medalha pequena, corroída pelo tempo e até modesta dada sua importância histórica repousa em uma caixinha guardada em um quarto todo ornamentado como um santuário de Leônidas da Silva no bairro do Paraíso, na zona sul de São Paulo.
O prêmio recebido pelo artilheiro da Copa do Mundo de 1938, o primeiro brasileiro a ser o goleador (com sete gols) de um torneio da Fifa, é só uma das relíquias da filósofa e funcionária pública aposentada Albertina Pereira dos Santos, 85.
Ex-amante e companheira até os últimos dias da vida do ex-atacante que marcou época nas décadas de 1930 e 1940, principalmente no Flamengo e no São Paulo, que completaria 100 anos nesta sexta-feira, ela não sabe muito bem o que fazer com as preciosidades.
"Tenho muito material aqui comigo. Já pensei em fazer um memorial, a casa Leônidas, mas teria que arranjar patrocinadores. É uma ideia que nunca avançou. Se você tiver outro plano, me avisa."
Viúva de Leônidas não sabe o que fazer com medalha de artilheiro da Copa-38
Fonte Folha de S.Paulo
6 de Setembro de 2013
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