Autuori admite impacto, mas já tenta reanimar Ceni e elenco
Derrota para o Criciúma em pleno Morumbi manteve o São Paulo na zona de rebaixamento, e estagnou reação no Campeonato Brasileiro
Fonte Fox Sports
6 de Setembro de 2013
Paulo Autuori deixou o gramado do Morumbi abatido por mais uma derrota do São Paulo (Foto Arena)
A derrota para o Criciúma, que impediu o São Paulo de deixar a zona de rebaixamento, não estava nas contas de Paulo Autuori. Muito menos com mais um pênalti desperdiçado por Rogério Ceni. O treinador admitiu que o clima pós-jogo não foi dos melhores, mas já tratou tentou reanimar o goleiro e os demais jogadores.
"Impacto, todo o mundo sente. Pedi todos se levantando. É normal que ele (Ceni) esteja mais (impactado), mas vai saber superar esse momento. É um momento complicado, difícil, em função de uma vez mais ter perdido. Mas o problema não é do Rogério, é nosso. Já aconteceu com outro", disse.
"Mas não vai nos abalar, não. Não vamos deixar ninguém cair, nem o Rogério, que perdeu o pênalti, nem nenhum outro jogador", acrescentou o comandante, que não usou o desgaste da terceira partida em cinco dias como justificativa pelo revés por 2 a 1.
"Não vou admitir, em nenhum momento, falar de cansaço. É uma coisa que nós proibimos antes do jogo. A equipe não deixou de correr, de lutar. Mas não adianta correr de forma desorganizada. O que não pode acontecer é errar o tanto de passe que errou, não é normal", avaliou.
Na opinião de Autuori, o gol sofrido aos 23 minutos do primeiro tempo - em pênalti cometido por Rodrigo Caio e convertido por Marcel - desestabilizou emocionalmente seus jogadores, "dando de bandeja o jogo para o adversário" e consequentemente mantendo a equipe com apenas 18 pontos, na antepenúltima posição.
O elenco retorna aos trabalhos nesta sexta-feira, no CT da Barra Funda, dois dias antes da partida contra o Coritiba, no Couto Pereira.
A derrota para o Criciúma, que impediu o São Paulo de deixar a zona de rebaixamento, não estava nas contas de Paulo Autuori. Muito menos com mais um pênalti desperdiçado por Rogério Ceni. O treinador admitiu que o clima pós-jogo não foi dos melhores, mas já tratou tentou reanimar o goleiro e os demais jogadores.
"Impacto, todo o mundo sente. Pedi todos se levantando. É normal que ele (Ceni) esteja mais (impactado), mas vai saber superar esse momento. É um momento complicado, difícil, em função de uma vez mais ter perdido. Mas o problema não é do Rogério, é nosso. Já aconteceu com outro", disse.
"Mas não vai nos abalar, não. Não vamos deixar ninguém cair, nem o Rogério, que perdeu o pênalti, nem nenhum outro jogador", acrescentou o comandante, que não usou o desgaste da terceira partida em cinco dias como justificativa pelo revés por 2 a 1.
"Não vou admitir, em nenhum momento, falar de cansaço. É uma coisa que nós proibimos antes do jogo. A equipe não deixou de correr, de lutar. Mas não adianta correr de forma desorganizada. O que não pode acontecer é errar o tanto de passe que errou, não é normal", avaliou.
Na opinião de Autuori, o gol sofrido aos 23 minutos do primeiro tempo - em pênalti cometido por Rodrigo Caio e convertido por Marcel - desestabilizou emocionalmente seus jogadores, "dando de bandeja o jogo para o adversário" e consequentemente mantendo a equipe com apenas 18 pontos, na antepenúltima posição.
O elenco retorna aos trabalhos nesta sexta-feira, no CT da Barra Funda, dois dias antes da partida contra o Coritiba, no Couto Pereira.
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