Críticas de Adalberto a Rogério Ceni irritam diretoria do São Paulo
Aliados de Juvenal reprovam novo ataque do agora diretor-secretário geral ao goleiro: 'Isso nos pegou de surpresa', disse Julio Casares
Fonte Globo Esporte
6 de Setembro de 2013
Julio Casares, vice-presidente de marketing, contesta críticas de Adalberto (Foto: saopaulofc.net)
As novas críticas de Adalberto Baptista, ex-diretor de futebol e novo diretor-secretário geral do São Paulo, não foram bem aceitas pela cúpula do clube. Julio Casares, um dos nomes cotados para ser o candidato da situação nas eleições de 2014, se mostrou contrário às declarações do braço-direito do presidente Juvenal Juvêncio.
– Isso nos pegou de surpresa e não reflete a opinião da diretoria. Muito pelo contrário. Nós colocamos o Rogério como um ídolo, um mito, e acreditamos que o Paulo Autuori faz um grande trabalho – afirmou o vice-presidente de marketing.
O retorno de Baptista ao clube não agradou aos principais dirigentes tricolores, principalmente por por ter reflexos entre conselheiros. Eles entendem que isso poderá prejudicar a chapa da situação no pleito de abril do próximo ano. Adalberto é adorado por Juvenal, mas não tem força política no clube para ser candidato.
Adalberto Baptista tem confiança do presidente Juvenal Juvêncio (Foto: Marcos Guerra)
Em entrevista ao jornal “Lance” de quinta-feira, Adalberto Baptista disse que Ceni “se colocou acima do São Paulo” ao dizer que o legado do técnico Ney Franco no clube era zero, logo após a perda do título da Recopa Sul-Americana para o Corinthians, no Pacaembu.
O ex-dirigente falou acreditar que o time estaria em uma posição melhor no Campeonato Brasileiro se o técnico Ney Franco não tivesse sido demitido. Baptista era um defensor ferrenho do treinador e acabou entregando a carta de demissão pouco depois da queda do comandante.
A relação de Ceni e Adalberto se desgastou em meio à crise. O goleiro chegou a dizer que o Tricolor havia “parado no tempo” e ouviu do então dirigente que estava atuando com limitações por causa de uma lesão no pé direito e, por isso, vinha tendo dificuldades para repor a bola em jogo.
As novas críticas de Adalberto Baptista, ex-diretor de futebol e novo diretor-secretário geral do São Paulo, não foram bem aceitas pela cúpula do clube. Julio Casares, um dos nomes cotados para ser o candidato da situação nas eleições de 2014, se mostrou contrário às declarações do braço-direito do presidente Juvenal Juvêncio.
– Isso nos pegou de surpresa e não reflete a opinião da diretoria. Muito pelo contrário. Nós colocamos o Rogério como um ídolo, um mito, e acreditamos que o Paulo Autuori faz um grande trabalho – afirmou o vice-presidente de marketing.
O retorno de Baptista ao clube não agradou aos principais dirigentes tricolores, principalmente por por ter reflexos entre conselheiros. Eles entendem que isso poderá prejudicar a chapa da situação no pleito de abril do próximo ano. Adalberto é adorado por Juvenal, mas não tem força política no clube para ser candidato.
Adalberto Baptista tem confiança do presidente Juvenal Juvêncio (Foto: Marcos Guerra)
Em entrevista ao jornal “Lance” de quinta-feira, Adalberto Baptista disse que Ceni “se colocou acima do São Paulo” ao dizer que o legado do técnico Ney Franco no clube era zero, logo após a perda do título da Recopa Sul-Americana para o Corinthians, no Pacaembu.
O ex-dirigente falou acreditar que o time estaria em uma posição melhor no Campeonato Brasileiro se o técnico Ney Franco não tivesse sido demitido. Baptista era um defensor ferrenho do treinador e acabou entregando a carta de demissão pouco depois da queda do comandante.
A relação de Ceni e Adalberto se desgastou em meio à crise. O goleiro chegou a dizer que o Tricolor havia “parado no tempo” e ouviu do então dirigente que estava atuando com limitações por causa de uma lesão no pé direito e, por isso, vinha tendo dificuldades para repor a bola em jogo.
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