Aplaudido, Aloísio se firma como "n° 1" do ataque do São Paulo

Fonte Terra
"Brigador", atacante foi um dos poucos elogiados em tropeço tricolor (Foto: Ricardo Matsukawa / Terra)
Se alguém se salvou na derrota por 2 a 1 do São Paulo para o Criciúma, nesta quinta, no Morumbi, foi Aloísio. Apenas dois dias depois de marcar o único gol da vitória sobre o Náutico na Arena Pernambuco, o atacante lutou como poucos no ataque tricolor e por pouco não evitou o revés que manteve a equipe na zona do rebaixamento do Campeonato Brasileiro.
Em um primeiro tempo no qual Luís Fabiano perdeu ao menos três oportunidades claras de gol e Guilherme Negueba, estreando como titular, pouco produziu, Aloísio se destacou na frente justificando o apelido “Boi Bandido”, com muita disposição. Mas não foi suficiente para evitar que o Criciúma abrisse boa vantagem: 2 a 0, gols de Marcel e Lins.
Foi apenas no segundo tempo que o esforço do jogador foi premiado (ao menos parcialmente). Aos 17min, Aloísio recebeu lançamento pela direita e foi derrubado por Galatto. Pênalti. O atacante mostrou atitude e pediu autorização para bater. Convenceu Luís Fabiano, mas acabou cedendo a cobrança para Rogério Ceni quando o goleiro se capitão bateu mal e parou na defesa do arqueiro rival.
“Rogério veio (cobrar), e se fizesse não teria problema. Ele treina, eu também treino. Fazer o quê? Só bate quem erra (sic). Hoje não conversamos, mas se tivesse que bater não teria problema. O Luís Fabiano também pediu, mas falei ‘não, deixa que eu bato'. Se Rogério quiser bater a próxima não tem problema nenhum”, contemporizou o atacante ao fim da partida.
O erro do pênalti, aliás, não abateu o jogador em campo. Sete minutos depois, Aloísio girou sobre a marcação na intermediária e bateu rasteiro, no canto esquerdo, para diminuir a diferença. No fim, já com as companhias de Osvaldo e Lucas Evangelista na frente, o atacante seguiu se movimentando e participando das chances de perigo. Nada, porém, que evitasse a derrota.
Como recompensa, Aloísio ao menos foi o único jogador de linha a ter o nome gritado após a partida pelos torcedores no Morumbi. Bom para o jogador que ficou recentemente marcado por evitar um gol do São Paulo na derrota para a Portuguesa (colocou a mão na bola quando ela já estava perto das redes).
“É sempre muito difícil uma derrota em casa. Mais uma vez o torcedor veio nos apoiar, mas não conseguimos a vitória. Mas não adianta baixar a cabeça. Às vezes temos que dar um passo para trás para depois darmos dois para a frente”, concluiu o “Boi Bandido”, hoje a melhor opção do ataque tricolor.
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