Aposentado aos 27 anos, irmão de Kaká recebia 1 mi de euros no Milan e teve Dill como empresário

Fonte ESPN
Digão recebeu o irmão Kaká em Nova Iorque durante amistoso da seleção no ano passado
Kaká desembarcou no aeroporto Linate, em Milão, por volta das 8h da manhã (de Brasília) nesta segunda-feira.
Foi cercado e abraçado por centenas de torcedores que cantavam músicas de sua passagem anterior, deixou de lado qualquer motivação financeira nas entrevistas e evitou projetar um retorno imediato à seleção brasileira. Ricky está de volta, comemoravam todos ao seu redor, mas nem tudo será como da primeira vez, em 2003.
Dez anos atrás, o pentacampeão mundial chegava e se preparava para trazer a contrapeso mais adiante o seu irmão, então zagueiro das categorias de base do São Paulo. Não será possível repetir a mesma manobra agora. Digão se aposentou recentemente, com apenas 27 anos.
A informação foi confirmada ao ESPN.com.br pelo assessor de imprensa de Kaká, Diogo Kotscho. O motivo seriam os repetidos problemas enfrentados pelo defensor no tornozelo.
Ele ainda seguia nos gramados até julho, mas teve o seu contrato rescindido pelo New York Red Bulls após entrar em campo somente uma vez na MLS (Major League Soccer) e sofrer com as lesões. Ex-companheiro de Thierry Henry e Tim Cahill, foi contratado em setembro de 2012 com um salário de US$ 60 mil ao ano (R$ 142 mil) depois de ser aprovado testes e, mesmo sem atuar, passou a receber nesta temporada o mesmo valor que o compatriota Juninho Pernambucano, US$ 200 mil (R$ 474 mil).

Digão foi dispensado pelo Red Bull em julho deste ano
A ida para o futebol norte-americano representou o fim do vínculo de Digão com o Milan.
Anunciado em 2004 após a disputa da Copinha com o São Paulo, o ex-jogador chegou a ser treinado por Franco Baresi nas categorias de base do time rossonero, rodou por três países em sucessivos empréstimos e foi incluído por Dunga na lista de 74 pré-selecionados para a Olimpíada de Pequim.
Segundo o jornal Gazzetta dello Sport, o irmão de Kaká ganhava em San Siro o piso salarial da equipe na época, ou seja, 1 milhão de euros/ano.
Membro de uma legião de brasileiros composta ainda por Cafu, Serginho, Dida, Emerson e Ronaldo, ele se tratou com alguns dos principais nomes da medicina esportiva para tentar se livrar dos problemas físicos - o médico da seleção brasileira, José Luis Runco, e o belga Marc Martens foram dois dos procurados.
Assim como Kaká, Digão teve boa parte de sua carreira cuidada por seu pai e empresário Bosco Leite. A exceção aconteceu em uma única transferência, no empréstimo ao Penafiel, da segunda divisão portuguesa. O responsável por conduzir as conversas foi o ex-atacante Dill, que ainda iniciava a sua carreira como agente no país.

Disputa entre família no treino do Milan
"Eu o coloquei no Penafiel em 2010. É verdade, sim. No Red Bull, não participei", confirmou ao ESPN.com.br o artilheiro que passou por Goiás, São Paulo e Flamengo e hoje atua no mercado em parceria com um sócio francês.
No Penafiel, Digão marcou o primeiro gol de seu carreira
Agora ele será mais um na torcida para que a carreira do irmão volte a decolar no trajeto diário até Milanello que se acostumou a fazer entre um empréstimo e outro.
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