Ex-presidentes do São Paulo se unem contra Juvenal Juvêncio
Fonte Estadão
29 de Agosto de 2013
Enquanto trabalham para viabilizar uma chapa para concorrer nas eleições do ano que vem, Kalil Rocha Abdalla e Marco Aurélio Cunha vão angariando aliados importantes e minando a resistência do presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio. O ex-diretor jurídico e o ex-superintendente têm quatro ex-presidentes que prometem empenhar todos os esforços para eleger Kalil: José Douglas Dallora, José Eduardo Mesquita Pimenta, Fernando Casal de Rey e Paulo Amaral já conversam com a dupla e traçam planos para emplacar a candidatura.
Os acordos foram costurados enquanto Marco Aurélio aparecia como única voz de oposição e criticava o terceiro mandato de Juvenal. Paralelamente, ele conversava com os ex-presidentes e alinhava com Kalil a candidatura. “Isso é uma coisa conhecida dentro do clube; eles já estão trabalhando conosco abertamente para trazermos as mudanças que precisamos no São Paulo”, disse Marco Aurélio ao Estado.
Pimenta e Casal de Rey são dois nomes de enorme prestígio no clube e remetem o torcedor à época mais vencedora do clube. Juntos - o primeiro como presidente e o segundo como diretor de futebol - conquistaram o bicampeonato da Libertadores e Mundial na época do supertime de Raí e Telê Santana. Ainda hoje os dois são lembrados com carinho pelos torcedores e adicionam ainda mais peso à futura chapa, que ganhou corpo tão logo Kalil e Marco Aurélio anunciaram a união. Paulo Amaral teve a gestão marcada pelo afastamento de Rogério Ceni por 29 dias após o imbróglio da suposta proposta do Arsenal; Dallora não colheu grandes feitos.
Enquanto fortalecem os alicerces externos, a dupla acerta os ponteiros para o caso de uma vitória da chapa. Algumas declarações recentes de Kalil de que pretendia ser um candidato de consenso deram margem a especulações sobre um eventual afastamento de Marco Aurélio - Juvenal cogita apoiar o pré-candidato se ele deixar o desafeto fora da gestão -, mas o próprio conselheiro rebate. “Isso nunca existiu, a chance é zero. O que o Kalil diz é que não pretende fechar as portas para os quadros competentes dessa administração, no que dou total razão a ele e sempre fui o primeiro a defender. Somos democratas.”
Se o campo oposicionista se articula com desenvoltura, a situação segue em momento de apreensão. A recente internação de Juvenal diminuiu o ritmo do presidente e posterga ainda mais a escolha do opositor. Não há consenso.
Os acordos foram costurados enquanto Marco Aurélio aparecia como única voz de oposição e criticava o terceiro mandato de Juvenal. Paralelamente, ele conversava com os ex-presidentes e alinhava com Kalil a candidatura. “Isso é uma coisa conhecida dentro do clube; eles já estão trabalhando conosco abertamente para trazermos as mudanças que precisamos no São Paulo”, disse Marco Aurélio ao Estado.
Pimenta e Casal de Rey são dois nomes de enorme prestígio no clube e remetem o torcedor à época mais vencedora do clube. Juntos - o primeiro como presidente e o segundo como diretor de futebol - conquistaram o bicampeonato da Libertadores e Mundial na época do supertime de Raí e Telê Santana. Ainda hoje os dois são lembrados com carinho pelos torcedores e adicionam ainda mais peso à futura chapa, que ganhou corpo tão logo Kalil e Marco Aurélio anunciaram a união. Paulo Amaral teve a gestão marcada pelo afastamento de Rogério Ceni por 29 dias após o imbróglio da suposta proposta do Arsenal; Dallora não colheu grandes feitos.
Enquanto fortalecem os alicerces externos, a dupla acerta os ponteiros para o caso de uma vitória da chapa. Algumas declarações recentes de Kalil de que pretendia ser um candidato de consenso deram margem a especulações sobre um eventual afastamento de Marco Aurélio - Juvenal cogita apoiar o pré-candidato se ele deixar o desafeto fora da gestão -, mas o próprio conselheiro rebate. “Isso nunca existiu, a chance é zero. O que o Kalil diz é que não pretende fechar as portas para os quadros competentes dessa administração, no que dou total razão a ele e sempre fui o primeiro a defender. Somos democratas.”
Se o campo oposicionista se articula com desenvoltura, a situação segue em momento de apreensão. A recente internação de Juvenal diminuiu o ritmo do presidente e posterga ainda mais a escolha do opositor. Não há consenso.
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