São-paulinos seguem presos em Brasília por agredir flamenguista
Fonte Terra
19 de Agosto de 2013
Três torcedores do São Paulo seguem detidos na 5ª Delegacia de Polícia de Brasília, acusados de participar da agressão a um flamenguista, antes do início da partida entre os dois times, no domingo, no entorno do Mané Garrincha.
Genivaldo da Silva, 34 anos, Moisés Oliveira Paulino, 46, e Ricardo Alves Maia, 37, são membros da Torcida Independente. De acordo com a Polícia Civil, o primeiro, inclusive, é presidente da organizada. O trio mora em São Paulo e já tem passagem anterior pela polícia.
O flamenguista agredido tem 38 anos, passou por cirurgia na mandíbula fraturada, na madrugada desta segunda-feira, e encontra-se em estado estável, sem risco. O Hospital de Base de Brasília informou que os ferimentos no rosto e na testa foram leves e sem gravidade.
Segundo nota da Secretaria de Estado Extraordinária da Copa de 2014 (Secopa), "mais de 600 homens da PM garantiram a segurança do estádio neste domingo, além de outros 400 do corpo de segurança". Vídeos da confusão, no entanto, mostram passividade dos policiais no momento.
A Secopa destacou que a agressão foi a primeira ocorrência dessa natureza registrada nos arredores do estádio desde sua inauguração.
Genivaldo da Silva, 34 anos, Moisés Oliveira Paulino, 46, e Ricardo Alves Maia, 37, são membros da Torcida Independente. De acordo com a Polícia Civil, o primeiro, inclusive, é presidente da organizada. O trio mora em São Paulo e já tem passagem anterior pela polícia.
O flamenguista agredido tem 38 anos, passou por cirurgia na mandíbula fraturada, na madrugada desta segunda-feira, e encontra-se em estado estável, sem risco. O Hospital de Base de Brasília informou que os ferimentos no rosto e na testa foram leves e sem gravidade.
Segundo nota da Secretaria de Estado Extraordinária da Copa de 2014 (Secopa), "mais de 600 homens da PM garantiram a segurança do estádio neste domingo, além de outros 400 do corpo de segurança". Vídeos da confusão, no entanto, mostram passividade dos policiais no momento.
A Secopa destacou que a agressão foi a primeira ocorrência dessa natureza registrada nos arredores do estádio desde sua inauguração.
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