Craques de quarteto paulista ainda tentam dar resposta a altos investimentos

Ganso, Montillo Pato e Valdivia ainda são questionados por torcedores e mostram altos e baixos em campo

Fonte Lancenet
Pato, Valdivia, Ganso e Montillo são as estrelas dos grandes paulistas (Fotos: LANCE!Press/ Santos FC)
O quarteto de grandes clubes paulistas têm vivido uma relação conturbada com os jogadores nos quais cada um deposita suas esperanças. Os jovens Ganso, no São Paulo, e Alexandre Pato, no Corinthians, ainda não conseguiram corresponder à altura do investimentos que os clubes fizeram e vivem como esperanças. Já os estrangeiros Montillo, no Santos, e Valdivia, no Palmeiras, parecem viver exatamente agora um melhor momento e já deixam os torcedores mais animados.
O LANCE!Net fez um pequeno balanço do desempenho de cada um desde que foi contratado e ainda pede ao torcedor que vote para ajudar na avaliação do que cada um rendeu até agora. Confira abaixo:
ALEXANDRE PATO
A temporada 2013 do Corinthians começou com o anúncio da contratação de Alexandre Pato, craque do Milan (ITA) e da Seleção Brasileira. Determinada a conquistar o bi da Libertadores, a diretoria alvinegra teve de abrir o bolso para trazer o atacante. Foram R$ 40 milhões para tirá-lo do Velho Continente.
A princípio, a ideia era usá-lo também no marketing. Algumas campanhas aconteceram logo de cara, mas o desempenho do camisa 7 dentro de campo não fez com que os planos andassem. Com uma série de lesões em sua passagem na Europa, ele chegou ao Parque São Jorge para, enfim, deixar o departamento médico. Esta parte do objetivo, porém, conseguiu concluir.
O que ainda falta é se firmar entre os titulares. Considerado o 12° jogador do técnico Tite, já que sempe entra no decorrer dos duelos, ele corresponde nos números. São 11 gols em 36 jogos, sendo a maioria deles saindo do banco de reservas.
Recentemente Tite, comandante alvinegro, tem cobrado mais competitividade de Pato dentro de campo. O atacante, por sua vez, também já chegou a pedir mais chances no time publicamente. Sua situação é ainda mais difícil pelo fato de disputar posição com Paolo Guerrero, herói da conquista do Mundial de Clubes no ano passado. Para tentar vingar, já foi testado até mais aberto pelos lados do campo.
Depois de instigar o jogador, diretoria e comissão técnica agora esperam uma resposta imediata do camisa 7, que já mostrou outra postura contra o Vitória, no último domingo, no Pacaembu. Com um pouco mais de três anos de contrato para cumprir, o astro que fazer valer o alto investimento e cair de vez nas graças da Fiel.
GANSO
O São Paulo gastou R$ 24 milhões para contratar Paulo Henrique Ganso em setembro do ano passado. O meia, porém, estava machucado e só estreou no fim da temporada. Terminou o ano com o título da Copa Sul-Americana e sem espaço no ataque, já que Ney Franco encontrou esquema vencedor com Jadson centralizado, Lucas e Osvaldo abertos pelas pontas e Luis Fabiano como atacante de referência.
Com a transferência de Lucas para o Paris Saint-Germain (FRA), Ney passou a pré-temporada treinando com Ganso entre os titulares, ao lado de Jadson. A ideia, porém, durou apenas 45 minutos. Logo na estreia do Paulistão, o camisa 8 acabou substituído no intervalo e a partir daí alternou entre o banco de reservas e a titularidade. Com o ex-treinador, teve a sua melhor participação na vitória sobre o Atlético-MG, no Morumbi, na última rodada da fase de grupos da Libertadores. Sem Jadson, suspenso, o meia atuou como titular e foi bem, porém a participação não passou de um lampejo.
Há quase um ano no Tricolor, a situação com a chegada de Paulo Autuori não se alterou. O treinador declarou que dependia apenas de Ganso recuperar o espaço perdido, mas ele ainda não decolou. Sua melhor participação com o novo técnico aconteceu no segundo tempo da Copa Suruga, quando marcou um gol e deu assistência para outro na derrota por 3 a 2 no Kashima Antlers.
MONTILLO
Contratação mais cara da história do Santos - R$ 16 milhões - e principal reforço da equipe para a temporada 2013, o meia argentino Montillo demorou a engrenar. A ideia no início do ano era que ele formasse uma dupla arrasadora com Neymar, mas a parceria não vingou e a desconfiança tomou conta do jogador nos primeiros meses do ano.
Sob a batuta de Muricy Ramalho, ele não conseguiu render o seu melhor futebol. Curiosamente, no entanto, desde a saída do treinador, no fim de maio, o jogador cresceu de produção e vem sendo a principal peça ofensiva do Peixe nos últimos jogos, principalmente nos empates com Corinthians e Vasco, na Vila Belmiro, e diante do Cruzeiro, no Mineirão.
A mudança de postura se deu pelo novo posicionamento de Montillo, que vem atuando mais próximo aos atacantes, - antigamente, atuava mais recuado, funcionando como "maestro", formação esta que não beneficia o seu futebol. Em nove partidas com o novo treinador, ele não marcou gols, mas vem caindo nas graças do torcedor com boas atuações.
VALDIVIA
Campeão paulista em 2008 e ídolo da torcida, palmeirense, Valdivia foi repatriado em 2010 por Luiz Gonzaga Belluzzo, presidente do clube à época. O futebol da primeira passagem até apareceu, mas em proporções bem menores e incompatíveis com o dinheiro desembolsado, apesar da participação de destaque na reta final da Copa do Brasil de 2012.
Tornou-se mais comum vê-lo no departamento médico do que no campo. O Mago ficou fora de 118 dos 216 jogos do clube desde que voltou, sendo 99 vezes por lesão. A fragilidade da musculatura do atleta fez o clube elaborar um planejamento especial para tê-lo em boas condições por mais tempo.
Valdivia estreou na Série B deste ano após a pausa da Copa das Confederações, fez bons jogos e consolidou o time na liderança. Ele até voltou à seleção chilena, que não frequenta desde 2011, mas foi cortado duas vezes por lesão e, nesta quarta, não jogou por sentir uma fadiga muscular.
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