Voz de Autuori sobressai em treino silencioso do ataque tricolor
Fonte Gazeta Esportiva
13 de Agosto de 2013
Treinador rompeu silêncio cobrando os atletas
Nada de sorrisos e brincadeiras. O trabalho do São Paulo na manhã desta terça-feira, dois dias depois da derrota para a Portuguesa (a sétima em 12 jogos no Campeonato Brasileiro), foi silencioso. A única voz a sobressair foi a de Paulo Autuori, que falou bastante ao longo de uma hora e meia da atividade focada em passes curtos, cruzamentos e finalizações a gol.
O treinador percebeu rapidamente o abatimento dos atletas e cobrou outra postura. "Vamos trabalhar com alegria, estamos vivos", foram suas primeiras palavras, referindo-se talvez à chance de deixar a zona de rebaixamento já na quinta-feira, com vitória sobre o Atlético-PR, no Morumbi, e combinação de resultados.
Contratado em 11 de julho, Autuori reclama que não tem tido tempo para trabalhar as deficiências da equipe. Foi esse seu argumento, no domingo, por não conseguido melhores resultados. "Só tive dois dias de treino. Essa é a realidade. Mas não vou lamentar absolutamente nada", exagerou, na véspera de folga concedida ao elenco.
Em dez jogos, o treinador soma oito derrotas, um empate e apenas uma vitória (sobre o Benfica, na amista Copa Eusébio, em Portugal). Um aproveitamento de 13% que justifica o desânimo geral dos atletas na reapresentação desta terça-feira, mas que não é suficiente para abalar a confiança do treinador na recuperação.
Com tempo maior até quinta-feira, a principal preocupação de Autuori é ofensiva. Penúltimo colocado, o time tem o terceiro pior ataque do Brasileiro, com 12 gols, à frente somente de Atlético-MG (16° colocado) e Náutico (lanterna). Nesta terça, ele rompeu o silêncio diversas vezes para cobrar movimentação "sempre para frente" de seus homens de criação.
O lateral direito Douglas, suspenso, e os zagueiros Edson Silva e Paulo Miranda, lesionados, são desfalques diante do Atlético. O também zagueiro Lucas Silva não foi a campo - segundo o clube, para realizar reforço muscular -, mas deve ficar à disposição ao menos para a reserva.
Nada de sorrisos e brincadeiras. O trabalho do São Paulo na manhã desta terça-feira, dois dias depois da derrota para a Portuguesa (a sétima em 12 jogos no Campeonato Brasileiro), foi silencioso. A única voz a sobressair foi a de Paulo Autuori, que falou bastante ao longo de uma hora e meia da atividade focada em passes curtos, cruzamentos e finalizações a gol.
O treinador percebeu rapidamente o abatimento dos atletas e cobrou outra postura. "Vamos trabalhar com alegria, estamos vivos", foram suas primeiras palavras, referindo-se talvez à chance de deixar a zona de rebaixamento já na quinta-feira, com vitória sobre o Atlético-PR, no Morumbi, e combinação de resultados.
Contratado em 11 de julho, Autuori reclama que não tem tido tempo para trabalhar as deficiências da equipe. Foi esse seu argumento, no domingo, por não conseguido melhores resultados. "Só tive dois dias de treino. Essa é a realidade. Mas não vou lamentar absolutamente nada", exagerou, na véspera de folga concedida ao elenco.
Em dez jogos, o treinador soma oito derrotas, um empate e apenas uma vitória (sobre o Benfica, na amista Copa Eusébio, em Portugal). Um aproveitamento de 13% que justifica o desânimo geral dos atletas na reapresentação desta terça-feira, mas que não é suficiente para abalar a confiança do treinador na recuperação.
Com tempo maior até quinta-feira, a principal preocupação de Autuori é ofensiva. Penúltimo colocado, o time tem o terceiro pior ataque do Brasileiro, com 12 gols, à frente somente de Atlético-MG (16° colocado) e Náutico (lanterna). Nesta terça, ele rompeu o silêncio diversas vezes para cobrar movimentação "sempre para frente" de seus homens de criação.
O lateral direito Douglas, suspenso, e os zagueiros Edson Silva e Paulo Miranda, lesionados, são desfalques diante do Atlético. O também zagueiro Lucas Silva não foi a campo - segundo o clube, para realizar reforço muscular -, mas deve ficar à disposição ao menos para a reserva.
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