Sócio acusa membros de organizada de agredir oposicionistas no Morumbi - "Eles ganharam presentes da diretoria, como camisas oficiais"
Membros da Independente teriam intimidados sócios pró-Marco Aurélio Cunha durante churrasco na sede do clube; diretoria nega
Fonte Globo Esporte
21 de Julho de 2013
Juvenal Juvêncio, durante evento com sócios no São Paulo (Foto: Divulgação / Comunique-se)
Um sócio do São Paulo, que não quis se identificar, divulgou uma carta à imprensa, via portal "Comunique-se", na qual acusa membros da torcida organizada Independente de agredir e intimidar simpatizantes do pré-candidato oposicionista Marco Aurélio Cunha durante um churrasco de confraternização promovido pela presidência do clube para os sócios, neste domingo à tarde, no Morumbi.
Segundo o relato do sócio, os simpatizantes a Marco Aurélio vestiam camisetas pretas, até como forma de protesto à fase ruim do time, que sofreu sua sétima derrota consecutiva no sábado, frente ao Cruzeiro, em casa. Eles teriam sido ameaçados e depois agredidos por membros da Independente "a mando da diretoria de Juvenal, que quer implantar um regime de terror entre os associados descontentes da atual diretoria", segundo o sócio. A confusão foi apartada por seguranças.
A assessoria de imprensa do São Paulo confirma a presença de membros da Independente no local, mas ressalta que pelo menos um deles é sócio do clube, e que outros dois entraram como convidados, mediante pagamento de taxa para não-sócios, o que é permitido. Mas nega veementemente as acusações e insinuações.

Reprodução do convite de evento para sócios do São Paulo (Foto: Reprodução)
Na carta à imprensa, o sócio que se disse agredido afirma que os membros da Independente conversavam livremente com o presidente Juvenal Juvêncio e seus assessores mais próximos. Diz também que eles ganharam presentes da diretoria, como camisas oficiais. Por meio de sua assessoria de imprensa, a diretoria nega tudo isso.
Vale lembrar que no sábado, logo após a derrota para o Cruzeiro, torcedores não filiados a organizadas protestavam contra Juvenal e pró-Marco Aurélio Cunha quando um grande grupo de membros de uniformizadas apareceram para abafar os gritos contrários à diretoria. Na sequência, os integrantes das organizadas passaram a entoar cânticos de repúdio a Marco Aurélio Cunha, que se desligou do clube há mais de dois anos para ser vereador em São Paulo.
Um sócio do São Paulo, que não quis se identificar, divulgou uma carta à imprensa, via portal "Comunique-se", na qual acusa membros da torcida organizada Independente de agredir e intimidar simpatizantes do pré-candidato oposicionista Marco Aurélio Cunha durante um churrasco de confraternização promovido pela presidência do clube para os sócios, neste domingo à tarde, no Morumbi.
Segundo o relato do sócio, os simpatizantes a Marco Aurélio vestiam camisetas pretas, até como forma de protesto à fase ruim do time, que sofreu sua sétima derrota consecutiva no sábado, frente ao Cruzeiro, em casa. Eles teriam sido ameaçados e depois agredidos por membros da Independente "a mando da diretoria de Juvenal, que quer implantar um regime de terror entre os associados descontentes da atual diretoria", segundo o sócio. A confusão foi apartada por seguranças.
A assessoria de imprensa do São Paulo confirma a presença de membros da Independente no local, mas ressalta que pelo menos um deles é sócio do clube, e que outros dois entraram como convidados, mediante pagamento de taxa para não-sócios, o que é permitido. Mas nega veementemente as acusações e insinuações.

Reprodução do convite de evento para sócios do São Paulo (Foto: Reprodução)
Na carta à imprensa, o sócio que se disse agredido afirma que os membros da Independente conversavam livremente com o presidente Juvenal Juvêncio e seus assessores mais próximos. Diz também que eles ganharam presentes da diretoria, como camisas oficiais. Por meio de sua assessoria de imprensa, a diretoria nega tudo isso.
Vale lembrar que no sábado, logo após a derrota para o Cruzeiro, torcedores não filiados a organizadas protestavam contra Juvenal e pró-Marco Aurélio Cunha quando um grande grupo de membros de uniformizadas apareceram para abafar os gritos contrários à diretoria. Na sequência, os integrantes das organizadas passaram a entoar cânticos de repúdio a Marco Aurélio Cunha, que se desligou do clube há mais de dois anos para ser vereador em São Paulo.
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