Em 2005, Autuori administrou com maestria um elenco cheio de "gente grande"
por Bruno Rodrigues
Fonte Lancenet
11 de Julho de 2013
Autuori ao lado de Marcelo Portugal Gouvêa, Amoroso e Ceni. União marcou o ano de 2005
É verdade que Paulo Autuori chegou ao São Paulo em meio à Libertadores de 2005 e a equipe, campeã paulista, já estava bem montada. O que não é verdade é a versão de que “o time venceria o torneio e também o Mundial Interclubes independentemente de quem estivesse no comando”.
Mais do que a compactação e o entrosamento que Autuori ajudou a intensificar no Tricolor, a principal virtude do treinador provavelmente tenha sido administrar um elenco cheio de “gente grande”, missão a qual Ney Franco fracassou. Nas mãos do agora novo técnico, Ceni (que teve problemas com Ney), Luizão (mesmo que apenas na Libertadores), Amoroso, Júnior e outros atletas experientes e “campeoníssimos” fizeram parte de um ambiente em que a paz era senso comum – nem o episódio da indefinição dos valores do bicho no Mundial abalou os são-paulinos durante a competição.
Agora, Autuori chega a um São Paulo com clima nebuloso, mas que conta novamente – sem comparar fulanos ou sicranos – com jogadores de porte respeitável e currículos vitoriosos, casos de Lúcio, Luis Fabiano, Paulo Henrique Ganso e Clemente Rodríguez, recém-chegado ao Morumbi. A diferença é que essas peças, como um time, ainda não funcionaram.
O que leva à certeza de que o desafio agora será mais difícil, pois a participação do comandante na montagem do time obrigatoriamente terá de ser maior do que foi há oito anos. Mas com a fala mansa e a capacidade de criar um bom vestiário, o torcedor deverá esperar uma equipe mais unida e com egos controlados, o que pode ser um grande passo para o crescimento não só fora mas também dentro de campo em 2013.
Deu certo uma vez e o mundo soube disso. Por que não confiar de novo?
É verdade que Paulo Autuori chegou ao São Paulo em meio à Libertadores de 2005 e a equipe, campeã paulista, já estava bem montada. O que não é verdade é a versão de que “o time venceria o torneio e também o Mundial Interclubes independentemente de quem estivesse no comando”.
Mais do que a compactação e o entrosamento que Autuori ajudou a intensificar no Tricolor, a principal virtude do treinador provavelmente tenha sido administrar um elenco cheio de “gente grande”, missão a qual Ney Franco fracassou. Nas mãos do agora novo técnico, Ceni (que teve problemas com Ney), Luizão (mesmo que apenas na Libertadores), Amoroso, Júnior e outros atletas experientes e “campeoníssimos” fizeram parte de um ambiente em que a paz era senso comum – nem o episódio da indefinição dos valores do bicho no Mundial abalou os são-paulinos durante a competição.
Agora, Autuori chega a um São Paulo com clima nebuloso, mas que conta novamente – sem comparar fulanos ou sicranos – com jogadores de porte respeitável e currículos vitoriosos, casos de Lúcio, Luis Fabiano, Paulo Henrique Ganso e Clemente Rodríguez, recém-chegado ao Morumbi. A diferença é que essas peças, como um time, ainda não funcionaram.
O que leva à certeza de que o desafio agora será mais difícil, pois a participação do comandante na montagem do time obrigatoriamente terá de ser maior do que foi há oito anos. Mas com a fala mansa e a capacidade de criar um bom vestiário, o torcedor deverá esperar uma equipe mais unida e com egos controlados, o que pode ser um grande passo para o crescimento não só fora mas também dentro de campo em 2013.
Deu certo uma vez e o mundo soube disso. Por que não confiar de novo?
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