Distante de Ney, Milton evita palpite sobre amigos Muricy e Autuori
Fonte Gazeta Esportiva
7 de Julho de 2013
O técnico interino do São Paulo, Milton Cruz, em muitas ocasiões ocupou o papel de conselheiro do presidente Juvenal Juvêncio em contratações de treinadores. Porém, desta vez, o auxiliar vive um dilema, já que é amigo dos dois nomes mais cotados para o clube: Muricy Ramalho e Paulo Autuori.
Até o momento, o profissional alega que não foi consultado pela diretoria para ajudar a definir um substituto para Ney Franco, com quem tinha uma relação mais distante do que com os outros treinadores.
“Sou amigo dos dois (Autuori e Muricy) e não dá para eu falar o nome de um. Os dois são grandes treinadores e não sei o que a diretoria está pensando. Eles tiveram passagem com sucesso pelo clube”, afirmou.
Milton Cruz ficará à frente da equipe até que a diretoria defina o novo treinador, sendo que o prazo considerado ideal pela cúpula são-paulina é o início desta semana. Mesmo sem saber qual será o futuro da comissão técnica, o interino não prevê problemas com o elenco.
“Os jogadores ficam fora da definição, mas vão tratar da melhor maneira possível quem vier. Os treinadores que estão sendo comentados no mercado sabem trabalhar. De repente, não sabemos de outros nomes também, mas esses dois tiveram êxito no clube. O perfil de cada um é diferente, mas levaram o São Paulo a grandes conquistas”, acrescentou.
Sem abrir mão de seu estilo conciliador, Milton Cruz evitou críticas ao antigo técnico, mas reconheceu que não era tão próximo de Ney Franco quanto foi de outros profissionais, atribuindo isso a uma nova função que vem desempenhando na comissão técnica.
“Eu estava no dia a dia ao lado do Ney, conversando, mas ele tinha o auxiliar dele. Nas outras vezes, com Ricardo (Gomes), (Paulo) Autuori e Muricy (Ramalho), eu estava mais (próximo). Mas, agora, como coordenador, fico um pouco fora, porque tenho de ver outras funções, diferente de quando era auxiliar. Mas não fiquei largado”, concluiu.
Até o momento, o profissional alega que não foi consultado pela diretoria para ajudar a definir um substituto para Ney Franco, com quem tinha uma relação mais distante do que com os outros treinadores.
“Sou amigo dos dois (Autuori e Muricy) e não dá para eu falar o nome de um. Os dois são grandes treinadores e não sei o que a diretoria está pensando. Eles tiveram passagem com sucesso pelo clube”, afirmou.
Milton Cruz ficará à frente da equipe até que a diretoria defina o novo treinador, sendo que o prazo considerado ideal pela cúpula são-paulina é o início desta semana. Mesmo sem saber qual será o futuro da comissão técnica, o interino não prevê problemas com o elenco.
“Os jogadores ficam fora da definição, mas vão tratar da melhor maneira possível quem vier. Os treinadores que estão sendo comentados no mercado sabem trabalhar. De repente, não sabemos de outros nomes também, mas esses dois tiveram êxito no clube. O perfil de cada um é diferente, mas levaram o São Paulo a grandes conquistas”, acrescentou.
Sem abrir mão de seu estilo conciliador, Milton Cruz evitou críticas ao antigo técnico, mas reconheceu que não era tão próximo de Ney Franco quanto foi de outros profissionais, atribuindo isso a uma nova função que vem desempenhando na comissão técnica.
“Eu estava no dia a dia ao lado do Ney, conversando, mas ele tinha o auxiliar dele. Nas outras vezes, com Ricardo (Gomes), (Paulo) Autuori e Muricy (Ramalho), eu estava mais (próximo). Mas, agora, como coordenador, fico um pouco fora, porque tenho de ver outras funções, diferente de quando era auxiliar. Mas não fiquei largado”, concluiu.
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