Aloísio suporta dor no ombro e deixa campo como diferencial
Fonte Gazeta Esportiva
29 de Maio de 2013
Foto: Rubens Chiti/Site Oficial
O atacante Aloísio machucou o ombro esquerdo nesta quarta-feira logo no primeiro minuto em campo, após substituir Silvinho no intervalo, porém não pediu para sair. Contrariado, ele suportou a dor e acabou sendo um dos diferenciais para a vitória são-paulina por 5 a 1, construída toda na segunda etapa de jogo.
Além de brigar pela bola e dar passe para Luis Fabiano abrir o placar, aos 15 minutos, ele também balançou a rede aos 23, sendo elogiado pelos companheiros de elenco.
"Esse espírito dele foi o diferencial. A entrega dele contagia. Esse espírito de luta faz com que o cara atrás dele corra também. Esse é o espírito de competitividade necessário", disse o goleiro e capitão Rogério Ceni, que falhou no único gol sofrido ao dar passe errado, nos pés de Dakson.
"A característica do Aloísio é essa. É um jogador guerreiro", falou o técnico Ney Franco. "A entrada dele, e também a do Maicon (no lugar de Roni), foi determinante para a gente ganhar o setor de meio-campo. Eles ajudaram a marcação, não deixaram o Vasco sair jogando. Foi determinante para a nossa vitória".
Sem se empolgar com os elogios, até em razão da dor que ainda sentia no ombro, Aloísio se limitou a dizer que "procurou ajudar" e estava "feliz". Segundo ele, o incômodo não deve tirá-lo da partida de domingo, contra o Atlético-MG, no Independência. Logo após a partida, ele iniciou tratamento com uso de gelo.
O atacante Aloísio machucou o ombro esquerdo nesta quarta-feira logo no primeiro minuto em campo, após substituir Silvinho no intervalo, porém não pediu para sair. Contrariado, ele suportou a dor e acabou sendo um dos diferenciais para a vitória são-paulina por 5 a 1, construída toda na segunda etapa de jogo.
Além de brigar pela bola e dar passe para Luis Fabiano abrir o placar, aos 15 minutos, ele também balançou a rede aos 23, sendo elogiado pelos companheiros de elenco.
"Esse espírito dele foi o diferencial. A entrega dele contagia. Esse espírito de luta faz com que o cara atrás dele corra também. Esse é o espírito de competitividade necessário", disse o goleiro e capitão Rogério Ceni, que falhou no único gol sofrido ao dar passe errado, nos pés de Dakson.
"A característica do Aloísio é essa. É um jogador guerreiro", falou o técnico Ney Franco. "A entrada dele, e também a do Maicon (no lugar de Roni), foi determinante para a gente ganhar o setor de meio-campo. Eles ajudaram a marcação, não deixaram o Vasco sair jogando. Foi determinante para a nossa vitória".
Sem se empolgar com os elogios, até em razão da dor que ainda sentia no ombro, Aloísio se limitou a dizer que "procurou ajudar" e estava "feliz". Segundo ele, o incômodo não deve tirá-lo da partida de domingo, contra o Atlético-MG, no Independência. Logo após a partida, ele iniciou tratamento com uso de gelo.
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