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São Paulo revive ano de departamento médico cheio de 2017 e acumula baixas por lesão

Calleri sente dores no tornozelo direito — Foto: Marcos Ribolli

A bruxa está solta no São Paulo. Dois meses após a estreia do time em 2023, o departamento médico já contabiliza 16 baixas médicas. As mais recentes foram as do meia Galoppo e do lateral Welington, que se lesionaram nas quartas do Paulistão, contra o Água Santa. O argentino vai passar por cirurgia no joelho esquerdo e deve ficar um longo período afastado.



O número atual de casos só não é superior ao de 2017. Naquele ano, o São Paulo teve 17 problemas físicos nos primeiros dois meses desde a estreia. O ge faz o levantamento de lesões desde 2016, e a temporada atual é a segunda com mais baixas na série histórica. Confira abaixo:


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As baixas médicas deste início de ano já colocam o São Paulo entre os times da Série A com mais casos em 2023. A trajetória é a mesma de 2017, quando a equipe finalizou aquele ano como terceiro clube com mais problemas clínicos.

A sequência de lesões prejudica a equipe diretamente, com vários desfalques de titulares. Galoppo vinha sendo grata surpresa fazendo a função de centroavante em ausências de Calleri. O centroavante perdeu dois jogos no início de fevereiro por um problema no tornozelo e se machucou mais gravemente no fim desse mesmo mês. Calleri teve uma fratura no osso e deslocamento de cartilagem do tornozelo direito.

Contratado como reserva imediato de Calleri, Erison se machucou logo no segundo jogo, ficou um mês afastado e perdeu cinco partidas do clube. De volta, ele vai ter tempo para se recuperar plenamente, por ora como única opção para a camisa 9, já que Galoppo se machucou no jogo da eliminação do estadual.

Fora dos gramados por pelo menos seis meses, Galoppo é um dos quatro casos que demandam cirurgia neste início de ano. O argentino e o lateral Igor Vinícius têm intervenções a fazer em breve. Ferraresi e Talles já passaram por procedimento cirúrgico. Há ainda os casos do zagueiro Diego Costa, do lateral João Moreira e do atacante Caio Matheus, que também fizeram operação, mas no ano passado, e ainda não voltaram a atuar.

Titular na reta final do ano passado, Ferraresi rompeu o ligamento cruzado anterior do joelho direito em janeiro e já ficou fora de combate de 10 jogos do São Paulo após a cirurgia no local. Outro titular que perdeu a vaga por lesão é Arboleda. O equatoriano perdeu oito duelos desta temporada em função de uma tendinite no joelho direito.

Com a zaga considerada titular fora de combate, Alan Franco e Lucas Beraldo assumiram o posto na equipe. O São Paulo até cogitou ir ao mercado atrás de outro zagueiro, mas Beraldo deu boa resposta em campo.

Outro defensor que pode voltar em breve é Diego Costa. Como o Tricolor só volta a campo na estreia da Sul-Americana, prevista para a semana do dia 5 de abril, o zagueiro pode estar à disposição de Rogério Ceni para o duelo.

Com o período de mais de 20 dias sem jogos oficiais, o comandante ainda pode voltar a ter mais opções para a lateral direita. Igor Vinícius e Rafinha se lesionaram em janeiro e ainda não retornaram ao time - o primeiro ainda deve demorar um pouco, por conta da cirurgia . Terceira opção, Orejuela virou titular e atuou em sete jogos neste ano. Ele, porém, foi outro a ir para o estaleiro por contusão na coxa direita.

Sem opções para lateral-direito, o São Paulo teve de pedir o retorno do ala Nathan Mendes ao Coritiba. Formado em Cotia, o jovem estava emprestado até março, com opção de compra de 1 milhão de dólares (cerca de R$ 5,1 milhões) por 50% dos direitos econômicos do atleta. Em troca, o Tricolor cedeu Liziero ao Coxa até dezembro. Desde então, Nathan atuou seis vezes pelo Tricolor, sendo cinco partidas como titular.



Seja na defesa ou no ataque, Rogério Ceni tem tido dor de cabeça para escalar o melhor time a cada partida. O período sem jogos pode dar o tempo necessário para recuperação de atletas a tempo da estreia no Campeonato Brasileiro. Confira abaixo todas as baixas médicas do São Paulo neste ano até aqui:



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Comentários (7)
15/03/2023 17:14:12 Yoichiro Ichijo

e algo tao facil... e so buscar proficionais q ja trabalham no peppas. Tanto medico qto preparador fisico. e se nao vai demitir o narigudo pelo menos demite toda equipe dele. bando de incompetentes q so sabe falar sim senhor p narigudo.

15/03/2023 15:48:33 tricolinospfc

Parece a caverna do dragao entrou dificil sair e cada vez chegando mais imcopetencia

bronze
15/03/2023 14:59:44 ricktricolor1959

Não sei voces mas meu sentimento é ...todo ano que começa o coração renova esperanças de ver um ano melhor se não ganhar titulos pelo menos ver um time competitivo batendo de frente com grandes e vencendo tranquilo times menores ....mas nos ultimos anos a historia se repete decepção ...vexames ....e conformismo por parte de diretoria ...jogadores...e RC

15/03/2023 14:39:37 sandro mendes

A eliminação foi um vexame,mas o período sem jogos pode ser um aliado na recuperação de alguns atletas. Fora isso, os diretores precisam elucinar por que tantos jogadores machucados e por que a recuperação é tão lenta. Igor Vinicius e André Anderson são exemplos claros da incompetência do departamento médico, são mais de 6 meses sem jogar, e sem previsão de retorno.

15/03/2023 14:13:29 Carmelo Lombardo

até entendo, mas o problema do São Paulo é que o time é limitado, elenco fraco, e técnico que provou que não serve pro São Paulo

15/03/2023 14:07:18 Everaldo Campos

Deveria ter um calendário maior nos estaduais e isso não aconteceria.

15/03/2023 13:07:40 wilson carlos

não é pura coincidência. quem era o treineiro em 2017 ? Rogério Mico Ceni. a metodologia da equipe dele, só serve pra arrebentar jogador, pois treino não existe. time joga mal, não tem padrão de jogo, não tem um batedor de falta, é só toquinho do meio de campo pra trás. fora com esse FDP

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