A pandemia do coronavírus provocou uma crise financeira nos clubes. Com a paralisação dos campeonatos, as receitas foram reduzidas. Por isso, os times tentam encontrar soluções para pagar suas contas. O São Paulo, por exemplo, propôs redução salarial para os jogadores — sendo que a oferta não foi aceita. Neste cenário, os dirigentes do Morumbi também terão seus rendimentos redimensionados.
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Segundo apurou o site UOL Esporte, estipulou-se um teto de R$ 15 mil para esses funcionários. Quem ganha mais do que esse valor, terá seu salário reduzido. Desta maneira, o presidente do clube, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco; o executivo de futebol, Raí; o gerente executivo, Alexandre Pássaro; e o superintendente de relações institucionais, Diego Lugano; por exemplo, terão seus rendimentos ajustados.
O Tricolor paulista tentou oferecer um acordo para os jogadores. Eles receberiam metade dos seus vencimentos, mais os dois meses de direitos de imagens que estavam atrasados. Porém, os atletas recusaram a oferta. Agora, o São Paulo aguarda para definir como vai proceder.
O clube do Morumbi já enfrentava uma crise financeira muito antes da pandemia do coronavírus. O clube fechou a temporada 2019 com um déficit de R$ 156 milhões. Atrasos de salário até em carteira também foram registrados.
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O Tricolor paulista tentou oferecer um acordo para os jogadores. Eles receberiam metade dos seus vencimentos, mais os dois meses de direitos de imagens que estavam atrasados. Porém, os atletas recusaram a oferta. Agora, o São Paulo aguarda para definir como vai proceder.
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