Com custo de 34% do Itaquerão, estádio tenta revolucionar Itália

Com custo de 34% do Itaquerão, estádio tenta revolucionar Itália

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Sem conquistar o "scudetto" desde o escândalo de manipulação de resultados que a levou para a segunda divisão e cassou seus dois últimos títulos, a Juventus apresentou na quinta-feira a sua maior aposta para voltar a honrar o posto de maior campeã italiana de todos os tempos.

Um amistoso contra o Notts County, clube inglês que inspirou seu uniforme alvinegro listrado, marcou a inauguração da única arena particular da elite do Calcio.

A construção do Juventus Stadium, com capacidade para 41 mil pessoas e levantado sobre o antigo Delle Alpi, que pertencia à prefeitura de Turim, custou € 122 milhões (cerca de R$ 280 milhões).

Trata-se de um valor ínfimo quando comparado ao do projeto do Itaquerão, que, para abrigar 7.000 torcedores a mais, projeta um custo quase três vezes maior: R$ 820 milhões, fora R$ 50 milhões que a prefeitura paulistana investirá para ampliar sua capacidade para a Copa-14.

Ao abandonar o padrão vigente de estádios públicos, a Juventus promete ampliar as receitas e apontar um caminho para a Itália afastar as crises financeira e técnica.

Após um atraso de duas semanas, devido a greve de jogadores, Milan, atual campeão, e Lazio inauguram a Série A, que começa hoje com clubes com caixas vazios e uma vaga a menos na Copa dos Campeões Ðo país foi ultrapassado pela Alemanha no ranking da Uefa.

Os italianos são dependentes das cotas pagas pela TV para a transmissão de suas paridas. No ranking dos times que mais faturam no mundo feito pela consultoria Deloitte, o Milan, primeiro do país, só aparece na sétima posição.

"A Itália é uma anomalia. Entre os grandes clubes europeus, as receitas vindas dos estádios representam entre 25% e 27% do total. Aqui, esse número é de 13%", afirmou o novo diretor comercial da Juventus, Francesco Calvo.

Segundo o dirigente, a arena privada irá aumentar em até € 32 milhões (R$ 73,5 milhões) o orçamento do clube para a próxima temporada.

O time de Turim, 27 vezes campeão italiano e cujo último título nacional válido é de 2003, já começou a lucrar com a nova casa. Parte do custo da obra foi bancado pela empresa que comprou o direito de negociar os "naming rights" da arena.

link:
http://www1.folha.uol.com.br/esporte/972416-com-custo-de-34-do-itaquerao-estadio-tenta-revolucionar-italia.shtml

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