Rai, Aguirre e a Democracia Corinthiana
Que o Rai é um dos maiores( senão o maior) ídolos da história deste clube, isso é indubitável. Eu mesmo comecei a torcer pelo SPFC, muito por causa dele. Contudo preciso fazer um comentário sobres suas idéias e sua gestão no futebol:
O Rai, tem uma idéia de gestão de grupo, um pouco sindicalizada, baseada no que seu irmão, Sócrates, promoveu no corinthians na década de 80. Por isso no começo da gestão ele trouxe um grupo de pessoas como Lugano e Ricardo Rocha (agora Mancini) para dividir as decisões e ele dá um respaldo além do normal para os "lideres" do elenco.
O Aguirre, não é o técnico dos meus sonhos, o futebol que ele promove não condiz com o que eu gosto de ver, mas não tem como negar que ele é um cara competente e tirou leite de pedra com este elenco.
Ano passado o Dorival Junior pediu, durante a pré temporada e planejamento, jogadores rápidos pois sentiu que o elenco estava sem mobilidade, em troca ele recebeu Nene e Diego Souza, jogadores que ele havia deixado claro que não eram pedidos dele. Dorival não conseguiu fazer aquele time jogar e foi demitido. Durante 2 ou 3 jogos, entrou o Jardine, que barrando alguns medalhões conseguiu fazer o time jogar um futebol leve e alegre chegando até a fazer mais de 3 gols em um jogo, algo que não acontecia há tempos. Então a diretoria sob muitos protestos, inclusive meus, contratou Aguirre.
A primeira coisa que o Aguirre fez, foi apostar nos medalhões, pois, segundo ele, queria ver com os próprios olhos se eles não rendiam juntos. Fomos eliminados do paulistão e na copa do Brasil. Ficou evidente que o time era lento. A diretoria então trouxe Rojas e Everton, fato que deu o contra ataque para a equipe. Era tudo que o Aguirre precisava, pois assim ele poderia alcançaria bons resultados com o time jogando fechadinho. Chegamos a ser "campeões" do 1º turno do Brasileirão, contudo faltava elenco e os dois pontas não tinham substitutos no plantel.
Aquilo que todos previam que podia acontecer aconteceu, os dois pontas se contundiram e o time voltou a ficar lento. Aguirre tentou de tudo, jogou os laterais pelas pontas, mudou a escalação quase todo jogo e por fim, chegou a conclusão que ele precisaria barrar Nene e Jucilei, pois o time estava muito lento. Foi neste ponto, que tudo desandou, houve uma situação de grande insatisfação dentro do elenco e o que precisávamos, era de um COMANDANTE no futebol, alguém que tivesse voz e peito para bancar o técnico e não dar ouvidos a um elenco envelhecido e sem ambição. Rai optou pela democracia corinthiana e mandou Aguirre embora, nesse momento o Ricardo Rocha pediu demissão (algo que seria divulgado mais tarde).
Efetivaram o Interino, Jardine, que no começo do ano havia barrado os medalhões e feito o time jogar. O que acontece? Aqueles jogadores velhos e lentos, inexplicavelmente, voltam a figurar como titulares, o time não tem pernas para acompanhar nem o Guarani. Chegamos para o jogo mais importante dos últimos 3 ou 4 anos, tomando um baile de um time que tem como craque o Guiñazú, com 40 anos de idade.
Fica claro que no São Paulo, quem manda é o elenco, pois o técnico é novo e sem respaldo e a diretoria de Futebol, prefere não assumir a responsabilidade por ser idealista.
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