Há 50 anos, o Santos de Pelé fugia do São Paulo Futebol Clube.
http://www.spfc24horas.com/2013/08/o-cai-cai-do-santos-50-anos-do-famoso.html
Amigos Soberanos;
Apesar da má fase do nosso Tricolor é sempre bom recordar boas histórias e tentar trazer alguma alegria a vocês que, assim como nós da Família SPFC 24 horas, são apaixonados pelo São Paulo FC e admiram a história do nosso Soberano Tricolor.
E como aquele que é sábio diz que "Recordar é Viver", conosco não é diferente, vamos recordar...
Era o Campeonato Paulista de 1963, Santos e Palmeiras já abriam uma vantagem na tabela de classificação do torneio. O São Paulo fazia um campeonato morno, ocupando o meio da tabela. Então chegou o dia de enfrentar o Santos.
Em 1963 o time praiano já era tricampeão paulista, bicampeão da Taça Brasil, campeão do Torneio Rio-São Paulo, da Libertadores da América e do Mundial Interclubes, santistas naquele dia esperavam uma goleada. No São Paulo ainda estava guardada na memória a lembrança do último confronto contra o Santos, na partida pelo Rio-São Paulo o Santos venceu o Tricolor por 6x2. A derrota ainda estava engasgada na garganta como uma espinha de peixe, mas o São Paulo foi para o jogo contra o temido Santos. O palco para o clássico seria o mesmo, o Pacaembu, dia 15 de agosto, em uma quinta-feira à tarde. Apesar da data e do horário desfavoráveis para um jogo dessa magnitude, 60 mil testemunhas estavam presentes para um capítulo glorioso da história do São Paulo Futebol Clube.
O jogo começou e logo aos 5 minutos do 1° tempo, Faustino abriria o placar para o Tricolor, recebendo um passe de Cecílio Martinez, partindo da direita para o meio, passou por dois zagueiros, se aproximou da entrada da área e chutou rasteiro, no canto de Gilmar, uma pintura. Aos 21, após cruzamento de Dorval, Pelé subiu mais alto que a zaga e empatou de cabeça, 1 x 1.
O jogo foi equilibrado até os 37 minutos, mas Pagão e Benê fizeram questão de desequilibrar, em uma linda e envolvente tabela entre os dois, Benê recebe livre diante do goleiro, toca para o fundo da rede, 2 x 1. Três minutos depois, Sabino recebeu passe de Martinez e finalizou, 3 x 1 para o Tricolor. A partir de então deu-se início a confusão, jogadores do Santos partiram pra cima do árbitro Armando Marques por ter validado o gol do São Paulo mesmo com o bandeirinha tendo assinalado impedimento. O árbitro não tolerou as reclamações, principalmente por parte de Coutinho que chegou a chamar o árbitro de "florzinha" e também de Pelé, expulsando os dois de campo.
Sem sucesso nos argumentos, o Santos teria que voltar para o segundo tempo com apenas nove jogadores.
"...Com a vantagem de 3 x 1 no marcador, 11 contra 9 em campo e com mais 45 minutos de tempo pela frente, a chance de o São Paulo aplicar uma estrondosa goleada no Santos era enorme. Não uma sova qualquer, de 5 ou 6 x 1, mas um massacre de 8 ou 9, que poderia virar manchete no mundo todo, justamente no momento em que o Peixe começava a se destacar internacionalmente. Seria um escândalo..."
Livro Dentre os Grandes, És o Primeiro; de Conrado Giacomini (2005).
No intervalo do jogo, o comentário geral nas arquibancadas era de que o Santos FC não voltaria para o jogo com medo de um vexame certo.
Em uma conversa ainda no intervalo do jogo, Dr. Nélson Consetino (médico do Santos) falou para Oswaldo Brandão, técnico do São Paulo, que o jogo não acabaria e que o Santos melaria a partida.
A dúvida naquela hora era se o Santos voltaria ou não para o jogo, grande apreensão por parte da torcida, até que o Santos voltou sim para o campo, porém haviam ido para o intervalo com nove jogadores e retornaram com oito. O lateral Aparecido, estreante da noite, misteriosamente contundiu-se no vestiário, estava iniciada a farsa. O jogo recomeçou e aos três minutos começou a marmelada, Pepe, depois de uma trombada, se joga ao chão como se estivesse praticamente morto. Para sacramentar o vexame, aos 7 minutos, Dias faz um lançamento perfeito, Pagão recebe e marca o 4° gol do Tricolor, depois disso não havia mais o que ser feito por parte do Santos, era o indecente cai-cai ou uma derrota estratosférica!
A escolha foi feita, na saída de bola do Santos, Dorval vai ao chão e de lá não mais levanta. Com seis jogadores em campo seria impossível prosseguir com a partida, pois o Santos não tinha o número mínimo de 7 jogadores em campo, os jogadores do São Paulo até tentaram convencer os santistas a parar com o cai-cai e voltar ao jogo, mas não houve jeito, o medo de perder vexatoriamente falou mais alto e o Santos optou pela humilhante solução de fugir.
O centenário time praiano tem como maior orgulho o legado de Pelé e companhia. Considerado o melhor esquadrão de todos os tempos, o Santos um dia foi covarde, pequeno e fugiu de campo, fato pouco divulgado e jamais citado em DVD’s comemorativos ou livros da história do clube.
Naquele ano o São Paulo viria a ser o vice campeão, o título ficou com o Palmeiras, mas muito mais importante do que aquele vice-campeonato é só o fato de qualquer São Paulino poder dizer até hoje com muito orgulho, que um dia, o todo-poderoso time do "Rei do futebol" fugiu de campo com medo do SÃO PAULO FUTEBOL CLUBE!
Fonte:http://www.spfc24horas.com/2013/08/o-cai-cai-do-santos-50-anos-do-famoso.html
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