Soberano São Paulo sobe no telhado e vira galhofa. Parabéns, 'Juvenal Antena'!
Fonte ESPN
12 de Maio de 2013
Se havia alguma dúvida, ela simplesmente viajou para Marte, após os saudáveis acontecimentos que ocorreram nas hostes do Tricolor.
Ao colocar sete jogadores à disposição do mercado da bola, o soberano ‘Juvenal Antena’ carimbou, com louvor, a camisa estendida ao longo dos últimos anos nos elevados subterrâneos do Morumbi: ‘Eu sou você amanhã, Corinthians’.
O afastamento do meia Cañete, dos laterais Cortez e Henrique Miranda, dos zagueiros João Filipe e Luiz Eduardo e do atacante Wallyson representa apenas uma bela perfumaria para esconder os verdadeiros culpados pela catástrofe do São Paulo, eliminado de duas competições (Paulistinha e Libertadores) em uma maratona de quatro dias.
‘Juvenal Antena’ jogou apenas para a torcida ao anunciar uma vassourada que, na verdade, deveria começar por ele e seus pares e ímpares.
Não há o que discutir: o cartola tem um passado de glória no mundo encantado do Tricolor. Conquistou vários títulos e deu show de competência administrativa.
Serviu até de exemplo aos coirmãos. Mas julgando-se acima do bem e do mal, transformou o São Paulo na extensão do quintal de sua bela mansão.
Estendeu a rede da soberba, repousou a cabeça no travesseiro da arrogância e certamente deve ter sonhado várias vezes com duas frases.
“Somente Deus e eu somos capazes de fazer algo a partir do nada” (Aristóteles Onassis); “Às vezes, eu tento ser modesto, mas aí começam a me faltar argumentos” (Muhammad Ali).
Quando acordou, Inês era morta. O soberano São Paulo já havia subido no telhado. E virado galhofa, como suas patéticas entrevistas.
Ao colocar sete jogadores à disposição do mercado da bola, o soberano ‘Juvenal Antena’ carimbou, com louvor, a camisa estendida ao longo dos últimos anos nos elevados subterrâneos do Morumbi: ‘Eu sou você amanhã, Corinthians’.
O afastamento do meia Cañete, dos laterais Cortez e Henrique Miranda, dos zagueiros João Filipe e Luiz Eduardo e do atacante Wallyson representa apenas uma bela perfumaria para esconder os verdadeiros culpados pela catástrofe do São Paulo, eliminado de duas competições (Paulistinha e Libertadores) em uma maratona de quatro dias.
‘Juvenal Antena’ jogou apenas para a torcida ao anunciar uma vassourada que, na verdade, deveria começar por ele e seus pares e ímpares.
Não há o que discutir: o cartola tem um passado de glória no mundo encantado do Tricolor. Conquistou vários títulos e deu show de competência administrativa.
Serviu até de exemplo aos coirmãos. Mas julgando-se acima do bem e do mal, transformou o São Paulo na extensão do quintal de sua bela mansão.
Estendeu a rede da soberba, repousou a cabeça no travesseiro da arrogância e certamente deve ter sonhado várias vezes com duas frases.
“Somente Deus e eu somos capazes de fazer algo a partir do nada” (Aristóteles Onassis); “Às vezes, eu tento ser modesto, mas aí começam a me faltar argumentos” (Muhammad Ali).
Quando acordou, Inês era morta. O soberano São Paulo já havia subido no telhado. E virado galhofa, como suas patéticas entrevistas.
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