Eliminação expõe desperdício financeiro do clube
Fonte Diário de São Paulo
12 de Maio de 2013
Juvenal caminha no CT do São Paulo. Dirigente diz não ter culpa das eliminações
As perdas do São Paulo não têm sido apenas em campo. A goleada para o Atlético-MG e a eliminação na Libertadores custaram caro aos cofres tricolores. O clube calcula que, se chegasse ao título da competição, faturaria mais de R$ 19 milhões (veja no quadro abaixo).
“Eu dizia para os jogadores olharem para a Libertadores. Falava que, depois, teríamos o hiato da Copa das Confederações. Mas o futebol nos pregou uma peça”, lamenta o presidente Juvenal Juvêncio. “É importante termos consciência das derrotas”, completa.
O São Paulo foi um dos times que mais investiram nas últimas temporadas. Remontou a base existente desde 2011 (apenas Rogério Ceni e Luís Fabiano se mantiveram entre os titulares) e contratou atletas como Ganso, por R$ 24 milhões, em setembro de 2012. Por Cortez e Cañete, afastados na sexta, o clube pagou R$ 7 milhões e R$ 6 milhões, respectivamente.
“Enquanto o mundo for mundo, vai haver isso. O jogador joga bem lá fora e aqui, não. Como o Kaká, insubstituível na Itália e reserva na Espanha. O Cañete não mostrou a qualidade que tem”, diz Juvenal.
O presidente também não se considera responsável pelas eliminações e prefere não apontar um único culpado. “Sabe, eu acho que não tenho culpa”, afirma. “Eu procuro, mas não acho (a culpa). Procurei fazer o máximo durante esse tempo. Eu não vou transferir isso aos atletas. Não estou isento, porque estou dentro do processo, mas não contribuí para a má fase”, filosofa o mandatário.
Consciência limpa/ Com o fracasso na Libertadores, o presidente vai deixar o terceiro mandato (que terminará em abril de 2014) sem ganhar o título continental. O dirigente, no entanto, ressalta a participação nas outras conquistas (em 1992, 1993 e 2005), quando exercia outras funções.
“Andei lendo algumas coisas dizendo que vou embora e não ganhei (a Libertadores). Vocês precisam fazer estatísticas. Eu sou o maior vencedor dessa história. Ninguém venceu mais do que eu como diretor ou presidente. O Juvenal vai embora, será lamentável e o clube vai perder muito”, finaliza.
As perdas do São Paulo não têm sido apenas em campo. A goleada para o Atlético-MG e a eliminação na Libertadores custaram caro aos cofres tricolores. O clube calcula que, se chegasse ao título da competição, faturaria mais de R$ 19 milhões (veja no quadro abaixo).
“Eu dizia para os jogadores olharem para a Libertadores. Falava que, depois, teríamos o hiato da Copa das Confederações. Mas o futebol nos pregou uma peça”, lamenta o presidente Juvenal Juvêncio. “É importante termos consciência das derrotas”, completa.
O São Paulo foi um dos times que mais investiram nas últimas temporadas. Remontou a base existente desde 2011 (apenas Rogério Ceni e Luís Fabiano se mantiveram entre os titulares) e contratou atletas como Ganso, por R$ 24 milhões, em setembro de 2012. Por Cortez e Cañete, afastados na sexta, o clube pagou R$ 7 milhões e R$ 6 milhões, respectivamente.
“Enquanto o mundo for mundo, vai haver isso. O jogador joga bem lá fora e aqui, não. Como o Kaká, insubstituível na Itália e reserva na Espanha. O Cañete não mostrou a qualidade que tem”, diz Juvenal.
O presidente também não se considera responsável pelas eliminações e prefere não apontar um único culpado. “Sabe, eu acho que não tenho culpa”, afirma. “Eu procuro, mas não acho (a culpa). Procurei fazer o máximo durante esse tempo. Eu não vou transferir isso aos atletas. Não estou isento, porque estou dentro do processo, mas não contribuí para a má fase”, filosofa o mandatário.
Consciência limpa/ Com o fracasso na Libertadores, o presidente vai deixar o terceiro mandato (que terminará em abril de 2014) sem ganhar o título continental. O dirigente, no entanto, ressalta a participação nas outras conquistas (em 1992, 1993 e 2005), quando exercia outras funções.
“Andei lendo algumas coisas dizendo que vou embora e não ganhei (a Libertadores). Vocês precisam fazer estatísticas. Eu sou o maior vencedor dessa história. Ninguém venceu mais do que eu como diretor ou presidente. O Juvenal vai embora, será lamentável e o clube vai perder muito”, finaliza.
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