Rogério Ceni lamenta a decisão do árbitro Antônio Rogério Batista do Prado
Assim que Alexandre Pato acertou a segunda cobrança e colocou o Corinthians na final, os jogadores do São Paulo cercaram o quinteto de arbitragem. O alvo maior era Antônio Rogério Batista do Prado. Rogério Ceni esperou a confusão terminar, se aproximou e lhe entregou a bola. A simbologia foi: o juiz decidiu quem avançaria à decisão do campeonato e era o dono da pelota.
“Não tenho nada para falar. Pergunta para ele (Prado). É ele quem tem de dar explicação”, falou o goleiro, na saída de campo. Foi só o que disse após a queda são-paulina.
Vários atletas ficaram desolados. Denilson permaneceu parado quase cinco minutos, encostado à trave. Sem saber o que fazer. Luís Fabiano deixou o campo cercado por quatro companheiros. Estes evitaram a aproximação da imprensa. Não por acaso, o camisa 9 era o mais exaltado na reclamação.
Desde a volta ao Morumbi, em março de 2011, ele já desperdiçou seis pênaltis.“A gente precisa dar força para ele. São coisas que acontecem”, disse Rafael Toloi, um dos que acertaram a cobrança.
Era para ser outro?/ “Eu não costumo falar sobre esse assunto, mas a Federação Paulista tem juízes mais qualificados do que esse para apitar um clássico dessa importância. Tecnicamente, ele foi mal. O Romarinho e o Emerson (Sheik) deveriam ter sido expulsos”, reclamou Ney Franco.
Rogério dá a bola para juiz e Ney reclama
Fonte Diário de São Paulo
6 de Maio de 2013
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