Na seleção da Libertadores, Lúcio quer crescer no São Paulo
Zagueiro tricolor lembra de momentos difíceis desde que chegou no time, mas vibra com classificação às oitavas de final
Fonte Justiça Desportiva
26 de Abril de 2013
O São Paulo tem dois jogadores na seleção da fase de grupos da Libertadores da América. Em votação aberta, Rogério Ceni e Lúcio foram escolhidos pelos internautas na escalação dos onze melhores jogadores da competição continental. No final da última temporada, também através de votação pela internet, o capitão Tricolor superou os ex-craques do futebol brasileiro Pelé e Zico.
Na ocasião com 77,6% dos votos, o camisa 01 foi eleito o jogador brasileiro mais importante da história do torneio. Vale lembrar que, no currículo, Ceni acumula as conquistas das edições de 1993 e 2005. Já o xerifão Lúcio, logo me sua primeira disputa da Libertadores, mostra que está adaptado ao campeonato.
"Mesmo tendo passado por momentos difíceis nesta fase, pude contribuir com a equipe e ajudar na classificação para as oitavas de final. É bom saber desse reconhecimento, porém, agora começou um outro campeonato. E nosso objetivo é o título", disse o defensor, que passou por altos e baixos nessa temporada.
Após chegar com status de cherifão vindo de boas temporadas na Europa e na Seleção Brasileira, Lúcio demorou mais que o esperado para se readaptar ao futebol brasileiro. O zagueiro inclusive, ao ser substituído em uma partida de Libertadores, não gostou da escolha de Ney Franco, indo direto para o ônibus do clube. O ato de indisciplina lhe rendeu cortes até do banco de reservas, até que todas as arestas fossem aparadas. Agora, novamente consolidado como titular, o zagueiro volta a também a ter o respaldo dos torcedores.
A equipe, eleita pelo público, foi formada por: Rogério Ceni (São Paulo), Sebastián Ariosa (Olimpia/PAR), Lúcio (São Paulo), Heinze (Newell's Old Boys/ARG) e Lucas Orban (Tigre/ARG); Rúben (Tigre/ARG), Zé Roberto (Grêmio), Riquelme (Boca Juniors) e Ronaldinho Gaúcho (Atlético/MG); Scocco (Newell's Old Boys/ARG) e Guerrero (Corinthians). O técnico escolhido foi Hugo Almeida, do Olimpia, do Paraguai.
Na ocasião com 77,6% dos votos, o camisa 01 foi eleito o jogador brasileiro mais importante da história do torneio. Vale lembrar que, no currículo, Ceni acumula as conquistas das edições de 1993 e 2005. Já o xerifão Lúcio, logo me sua primeira disputa da Libertadores, mostra que está adaptado ao campeonato.
"Mesmo tendo passado por momentos difíceis nesta fase, pude contribuir com a equipe e ajudar na classificação para as oitavas de final. É bom saber desse reconhecimento, porém, agora começou um outro campeonato. E nosso objetivo é o título", disse o defensor, que passou por altos e baixos nessa temporada.
Após chegar com status de cherifão vindo de boas temporadas na Europa e na Seleção Brasileira, Lúcio demorou mais que o esperado para se readaptar ao futebol brasileiro. O zagueiro inclusive, ao ser substituído em uma partida de Libertadores, não gostou da escolha de Ney Franco, indo direto para o ônibus do clube. O ato de indisciplina lhe rendeu cortes até do banco de reservas, até que todas as arestas fossem aparadas. Agora, novamente consolidado como titular, o zagueiro volta a também a ter o respaldo dos torcedores.
A equipe, eleita pelo público, foi formada por: Rogério Ceni (São Paulo), Sebastián Ariosa (Olimpia/PAR), Lúcio (São Paulo), Heinze (Newell's Old Boys/ARG) e Lucas Orban (Tigre/ARG); Rúben (Tigre/ARG), Zé Roberto (Grêmio), Riquelme (Boca Juniors) e Ronaldinho Gaúcho (Atlético/MG); Scocco (Newell's Old Boys/ARG) e Guerrero (Corinthians). O técnico escolhido foi Hugo Almeida, do Olimpia, do Paraguai.
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