Projeto de lei quer proibir participação de agentes nos direitos econômicos
Ministério do Esporte quer que apenas clubes sejam donos dos direitos econômicos dos jogadores, como já acontece com os direitos federativos. Medida valeria a partir de 2016
Fonte Lancenet
18 de Abril de 2013
Negociado com o Cruzeiro, Dedé têm direitos econômicos fatiados (Foto: Ruano Carneiro/LANCE!Press)
O Ministério do Esporte incluiu no projeto de lei que trata do perdão da dívida dos clubes de futebol com a União um item que prevê que apenas as agremiações poderão ter participação nos direitos econômicos dos jogadores. Assim, ficaria vedada a participação de empresário e fundos de investimento nestes direitos. As informações são do jornal "Folha de S. Paulo".
A medida só valeria a partir de 1º de janeiro de 2016, prazo que o Ministério do Esporte julga ser suficiente para que os clubes e os empresários se adequem à mudança.
A prática hoje é comum no futebol. A negociação mais recente do mercado brasileiro - transferência de Dedé do Vasco para o Cruzeiro - é um exemplo disso. O Grupo DIS tinha 45% dos direitos econômicos do zagueiro e ajudou o Cruzeiro a comprar os 45% que o Vasco tinha. Além disso, outro grupo de investidores, a Ability, detém 10% dos direitos econômicos do jogador.
O Ministério do Esporte incluiu no projeto de lei que trata do perdão da dívida dos clubes de futebol com a União um item que prevê que apenas as agremiações poderão ter participação nos direitos econômicos dos jogadores. Assim, ficaria vedada a participação de empresário e fundos de investimento nestes direitos. As informações são do jornal "Folha de S. Paulo".
A medida só valeria a partir de 1º de janeiro de 2016, prazo que o Ministério do Esporte julga ser suficiente para que os clubes e os empresários se adequem à mudança.
A prática hoje é comum no futebol. A negociação mais recente do mercado brasileiro - transferência de Dedé do Vasco para o Cruzeiro - é um exemplo disso. O Grupo DIS tinha 45% dos direitos econômicos do zagueiro e ajudou o Cruzeiro a comprar os 45% que o Vasco tinha. Além disso, outro grupo de investidores, a Ability, detém 10% dos direitos econômicos do jogador.
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