Ney Franco, um adorável colecionador de desafetos no soberano São Paulo. Até quando?
Fonte ESPN
9 de Abril de 2013
Pelo jeito, o 'professor' Ney Franco adora colecionar desafetos no soberano São Paulo. Em menos de um mês, ele ganhou três.
Primeiro foi o meia Ganso. Depois, o 'xerife' Lúcio. E, agora, o volante Fabrício. Em comum, cara feia e beicinho por ter deixado o time ao longo de uma partida.
Na verdade, a queda de braço começou mesmo com o capitão, artilheiro, cartola e goleiro Rogério Ceni. Que, tempos atrás, discordou de uma substituição feita pelo treinador.
Depois, foi a vez de Ganso mergulhar na revolta, atirando um copo de água no banco de reservas ao sair de campo no clássico com o Palmeiras.
Igualmente feliz ficou o zagueiro Lúcio ao ser sacado do duelo contra o Arsenal, pela Libertadores. Ele gostou tanto da ideia do 'professor', mas tanto, que se mandou para o vestiário, tomou banho e foi curtir um som no ônibus da equipe.
Ao saber da derrota do time para os hermanos, Lúcio aplaudiu a decisão do treinador na volta da delegação: 'Quando eu saí o jogo estava 0 a 0'.
O mesmo placar de Ribeirão Preto na substituição de Fabrício, que chiou barbaridades, mas pelo menos com outro final: o Tricolor venceu.
Por enquanto, o técnico tem o respaldo dos engomadinhos de colarinho branco do clube contra os rebeldes. Resta saber até quando poderá cantar de galo.
Como desgraça pouca é bobagem, uma declaração de Ney Franco, após a vitória sobre o Botafogo, caiu como uma bomba entre os torcedores: na Libertadores, o time está no bico do corvo, mas no Paulistinha deita e rola.
O ‘professor’ substituiu a grande paixão dos são-paulinos, a conquista da América, por um mequetrefe estadual. Mais ou menos como acontecia com o Corinthians num passado recente.
Primeiro foi o meia Ganso. Depois, o 'xerife' Lúcio. E, agora, o volante Fabrício. Em comum, cara feia e beicinho por ter deixado o time ao longo de uma partida.
Na verdade, a queda de braço começou mesmo com o capitão, artilheiro, cartola e goleiro Rogério Ceni. Que, tempos atrás, discordou de uma substituição feita pelo treinador.
Depois, foi a vez de Ganso mergulhar na revolta, atirando um copo de água no banco de reservas ao sair de campo no clássico com o Palmeiras.
Igualmente feliz ficou o zagueiro Lúcio ao ser sacado do duelo contra o Arsenal, pela Libertadores. Ele gostou tanto da ideia do 'professor', mas tanto, que se mandou para o vestiário, tomou banho e foi curtir um som no ônibus da equipe.
Ao saber da derrota do time para os hermanos, Lúcio aplaudiu a decisão do treinador na volta da delegação: 'Quando eu saí o jogo estava 0 a 0'.
O mesmo placar de Ribeirão Preto na substituição de Fabrício, que chiou barbaridades, mas pelo menos com outro final: o Tricolor venceu.
Por enquanto, o técnico tem o respaldo dos engomadinhos de colarinho branco do clube contra os rebeldes. Resta saber até quando poderá cantar de galo.
Como desgraça pouca é bobagem, uma declaração de Ney Franco, após a vitória sobre o Botafogo, caiu como uma bomba entre os torcedores: na Libertadores, o time está no bico do corvo, mas no Paulistinha deita e rola.
O ‘professor’ substituiu a grande paixão dos são-paulinos, a conquista da América, por um mequetrefe estadual. Mais ou menos como acontecia com o Corinthians num passado recente.
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