Reservas do São Paulo vencem Botafogo-SP em noite sem brilho
Time de Ney Franco segue como líder isolado do Paulistão. Equipe de Ribeirão Preto ainda luta para classificar para a próxima fase
Fonte Globo Esporte
7 de Abril de 2013
O time reserva do São Paulo não brilhou em Ribeirão Preto, mas cumpriu bem o seu papel. Com gols no segundo tempo, o Tricolor venceu o Botafogo por 3 a 1 e se manteve isolado na liderança do Campeonato Paulista, com quatro pontos a mais que o segundo colocado (38 a 34) e um jogo a menos que os demais. Esta diferença vai chegar ao fim na próxima quarta-feira, quando o time de Ney Franco vai enfrentar o União Barbarense, no Morumbi, às 19h30. Já o rival se manteve na sétima posição, lutando para chegar às quartas-de-final.
São Paulo na frente, mas só no número de atletas
Com uma formação totalmente diferente do jogo na Bolívia, o São Paulo teve problemas com o entrosamento em Ribeirão Preto. A melhor jogada criada pela equipe logo no começo do jogo nasceu dos pés de Rodrigo Caio, que lançou Wallyson pelo lado direito. O atacante cruzou rasteiro para Marcelo Cañete, que chegou atrasado e não conseguiu completar para o gol. O argentino foi o responsável pela armação das jogadas ao lado de Douglas, que apanhou muito na etapa inicial.
Foi após uma falta dura em Douglas que Zé Antônio recebeu o cartão vermelho direto, aos 21 minutos de jogo. Vantagem numérica do Tricolor em campo, que não se refletiu nas ações. A partir daí, o time de Ney Franco só criou uma chance perigosa quando Douglas arrancou pelo lado direito e cruzou rasteiro para Cañete, que chutou por cima. O Botafogo lutou muito, mas criou pouco. A cabeçada de Cris, que acertou a trave, foi o lance mais efetivo, que depois a arbitragem invalidou por causa da posição irregular do zagueiro.
O clima entre os atletas esquentou no fim do primeiro tempo. Os jogadores do Botafogo reclamaram da falta de fair play do São Paulo em um lance em que o meia Danilo Bueno ficou caído no gramado e os paulistas seguiram ao ataque. Rodrigo Caio recebeu o amarelo pela falta no camisa 10 do Botafogo, e Nunes por reclamação dura com a arbitragem. O atacante do time de Ribeirão, que coleciona brigas este ano no Paulistão, deixou o campo irritado no intervalo.
- É assim mesmo, o São Paulo é o São Paulo e tem de ganhar. Mas não vai ganhar, não. Nem que seja na porrada - resmungou.
Lúcio sobe, Fabrício desce
O São Paulo precisou da bola parada de Lúcio e da falha do goleiro Rafael para abrir caminho para a vitória diante do Botafogo. Em cobrança de falta, com força, no meio do gol, o zagueirão voltou a ganhar confiança que havia perdido desde a derrota para o Arsenal, na Argentina, quando externou sua irritação com o técnico Ney Franco por causa da sua substituição.
O “irritadinho” da vez agora é Fabrício, que foi “preservado” por Ney Franco. O técnico tirou o volante temendo que ele pudesse ser expulso em Ribeirão Preto, após receber o cartão amarelo. Fabrício deixou o gramado balançando a cabeça, mostrando desaprovação e disse:
- Calma, professor, deixa eu jogar...
Mesma atitude teve Marcelo Veiga no intervalo, quando sacou Nunes para a entrada de Francis. O técnico, que já estava com um homem a menos, temia uma nova expulsão. E ela aconteceu aos 17 minutos, com o vermelho de André. O Botafogo ficou apenas dois minutos com dois homens a menos, porque Rodrigo Caio também foi expulso após levar o segundo amarelo, ambos em falta no camisa 10 Danilo Bueno.
Com menos jogadores, o São Paulo cresceu, aproveitou os espaços e se manteve isolado na ponta. Ney Franco colocou Maicon e Aloísio em campo, únicos que estiveram na Bolívia e viajaram para Ribeirão. Após o gol de falta do Lúcio, o Botafogo se abriu. Aloísio aproveitou e fez um golaço, aos 34 minutos. Ademílson também fez o seu após bonita jogada individual e “tabela” com zagueiro da equipe de Ribeirão.
O Botafogo ainda fez o gol de honra, aos 46 minutos. Após um chute de fora da área de Giovanni, Denis espalmou no pé de Dimba, que não perdoou.
São Paulo na frente, mas só no número de atletas
Com uma formação totalmente diferente do jogo na Bolívia, o São Paulo teve problemas com o entrosamento em Ribeirão Preto. A melhor jogada criada pela equipe logo no começo do jogo nasceu dos pés de Rodrigo Caio, que lançou Wallyson pelo lado direito. O atacante cruzou rasteiro para Marcelo Cañete, que chegou atrasado e não conseguiu completar para o gol. O argentino foi o responsável pela armação das jogadas ao lado de Douglas, que apanhou muito na etapa inicial.
Foi após uma falta dura em Douglas que Zé Antônio recebeu o cartão vermelho direto, aos 21 minutos de jogo. Vantagem numérica do Tricolor em campo, que não se refletiu nas ações. A partir daí, o time de Ney Franco só criou uma chance perigosa quando Douglas arrancou pelo lado direito e cruzou rasteiro para Cañete, que chutou por cima. O Botafogo lutou muito, mas criou pouco. A cabeçada de Cris, que acertou a trave, foi o lance mais efetivo, que depois a arbitragem invalidou por causa da posição irregular do zagueiro.
O clima entre os atletas esquentou no fim do primeiro tempo. Os jogadores do Botafogo reclamaram da falta de fair play do São Paulo em um lance em que o meia Danilo Bueno ficou caído no gramado e os paulistas seguiram ao ataque. Rodrigo Caio recebeu o amarelo pela falta no camisa 10 do Botafogo, e Nunes por reclamação dura com a arbitragem. O atacante do time de Ribeirão, que coleciona brigas este ano no Paulistão, deixou o campo irritado no intervalo.
- É assim mesmo, o São Paulo é o São Paulo e tem de ganhar. Mas não vai ganhar, não. Nem que seja na porrada - resmungou.
Lúcio sobe, Fabrício desce
O São Paulo precisou da bola parada de Lúcio e da falha do goleiro Rafael para abrir caminho para a vitória diante do Botafogo. Em cobrança de falta, com força, no meio do gol, o zagueirão voltou a ganhar confiança que havia perdido desde a derrota para o Arsenal, na Argentina, quando externou sua irritação com o técnico Ney Franco por causa da sua substituição.
O “irritadinho” da vez agora é Fabrício, que foi “preservado” por Ney Franco. O técnico tirou o volante temendo que ele pudesse ser expulso em Ribeirão Preto, após receber o cartão amarelo. Fabrício deixou o gramado balançando a cabeça, mostrando desaprovação e disse:
- Calma, professor, deixa eu jogar...
Mesma atitude teve Marcelo Veiga no intervalo, quando sacou Nunes para a entrada de Francis. O técnico, que já estava com um homem a menos, temia uma nova expulsão. E ela aconteceu aos 17 minutos, com o vermelho de André. O Botafogo ficou apenas dois minutos com dois homens a menos, porque Rodrigo Caio também foi expulso após levar o segundo amarelo, ambos em falta no camisa 10 Danilo Bueno.
Com menos jogadores, o São Paulo cresceu, aproveitou os espaços e se manteve isolado na ponta. Ney Franco colocou Maicon e Aloísio em campo, únicos que estiveram na Bolívia e viajaram para Ribeirão. Após o gol de falta do Lúcio, o Botafogo se abriu. Aloísio aproveitou e fez um golaço, aos 34 minutos. Ademílson também fez o seu após bonita jogada individual e “tabela” com zagueiro da equipe de Ribeirão.
O Botafogo ainda fez o gol de honra, aos 46 minutos. Após um chute de fora da área de Giovanni, Denis espalmou no pé de Dimba, que não perdoou.
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