Torcida por Galo na véspera não muda busca tricolor por seis pontos
Fonte Gazeta Esportiva
1 de Abril de 2013
Para o São Paulo, ajudaria muito uma derrota do Arsenal para o Atlético-MG, em Belo Horizonte, na quarta-feira. Dessa forma, a equipe se manteria na segunda posição até empatando com o The Strongest, no dia seguinte. Mas o pensamento não é esse. Embora torçam por um triunfo do outro brasileiro do grupo, elenco e comissão técnica almejam exclusivamente duas vitórias nos dois jogos restantes, o último contra os próprios mineiros.
"Nossa conta é simples: se classificar vencendo os dois jogos", disse Paulo Henrique Ganso, nesta segunda-feira. "Se o Atlético ganhar, a gente pode jogar pelo empate e decidir (a classificação) em casa, mas não temos esse pensamento".
Na melhor das combinações – com vitória dos dois times brasileiros na rodada –, a equipe paulista eliminaria o The Strongest e abriria três pontos de vantagem para o Arsenal, que permaneceria em terceiro lugar. Assim, além de três pontos, na rodada derradeira o time argentino precisaria tirar a diferença do saldo de gols.
Pesa a favor dos comandados de Ney Franco o fato de o time boliviano ter sido o único adversário derrotado até aqui. O problema é que, desta vez, a partida não será no Morumbi, e sim em La Paz. A altitude de 3.600 metros de La Paz já prejudicou o São Paulo em fevereiro deste ano, na derrota de virada sofrida para o Bolívar, ainda na fase preliminar da Libertadores.
"Jogar fora de casa é sempre difícil, a dificuldade vai ser grande. Mas temos totais condições de trazer uma grande vitória de lá", aposta Ganso, que não chegou a entrar em campo no revés para o Bolívar, tendo ficado o tempo todo no banco de reservas.
Agora titular, o camisa 8 tem presença garantida no retorno a La Paz, para onde a delegação são-paulina seguirá apenas horas antes da partida de quinta-feira. No dia anterior, ela ficará hospedada em Santa Cruz de la Sierra.
"Nossa conta é simples: se classificar vencendo os dois jogos", disse Paulo Henrique Ganso, nesta segunda-feira. "Se o Atlético ganhar, a gente pode jogar pelo empate e decidir (a classificação) em casa, mas não temos esse pensamento".
Na melhor das combinações – com vitória dos dois times brasileiros na rodada –, a equipe paulista eliminaria o The Strongest e abriria três pontos de vantagem para o Arsenal, que permaneceria em terceiro lugar. Assim, além de três pontos, na rodada derradeira o time argentino precisaria tirar a diferença do saldo de gols.
Pesa a favor dos comandados de Ney Franco o fato de o time boliviano ter sido o único adversário derrotado até aqui. O problema é que, desta vez, a partida não será no Morumbi, e sim em La Paz. A altitude de 3.600 metros de La Paz já prejudicou o São Paulo em fevereiro deste ano, na derrota de virada sofrida para o Bolívar, ainda na fase preliminar da Libertadores.
"Jogar fora de casa é sempre difícil, a dificuldade vai ser grande. Mas temos totais condições de trazer uma grande vitória de lá", aposta Ganso, que não chegou a entrar em campo no revés para o Bolívar, tendo ficado o tempo todo no banco de reservas.
Agora titular, o camisa 8 tem presença garantida no retorno a La Paz, para onde a delegação são-paulina seguirá apenas horas antes da partida de quinta-feira. No dia anterior, ela ficará hospedada em Santa Cruz de la Sierra.
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